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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

versão n do agarrem-me senão

15.01.11

 

 

 

A rede de bibliotecas escolares teve uma virtude fundamental: o financiamento ajustava-se ao projecto de candidatura e o investimento era realizado directamente pela escola e não pelas DRE´s ou serviços centrais. Daí o seu sucesso inicial. Depois, e como é comum à traquitana do ME, transformou-se num amontoado de má burocracia.

 

As reduzidas aquisições de produtos que as escolas realizam na economia local são um pequeno exemplo do que deve ser a autonomia. Só que há uma ganância centralista, que tem na parque escolar e no plano tecnológico dois estudos de caso de desperdício, que quer apanhar tudo e mais uma coisa. Vai daí, estabeleceu-se uma descomunal central de compras para aquisições que vão desde os agrafes aos paus de giz. Não internem essa gente depressa, não.

 

Ao que se pode ler na blogosfera, dirigentes das escolas reuniram-se hoje em Lisboa para sublinharem o título deste post.

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