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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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tácticas presidenciais

12.12.10, Paulo Prudêncio

 

 

 

 

Mais uns dias de campanha e as últimas presidenciais tinham ido a uma segunda volta. Talvez Manuel Alegre fosse hoje presidente.

 

Contra todos os vaticínios, Manuel Alegre e Mário Soares disputaram as mesmas presidenciais. Antes disso, Manuel Alegre disputara eleições no PS e avisou ao que vinha o actual primeiro-ministro.

 

A história não se repete. Apesar de vencido nas duas eleições, Manuel Alegre saiu desse período com um milhão de votos e com uma herança de esperança democrática.

 

Na minha modesta opinião, tratava-se de manter o registo e entrar nestas presidenciais pelo mesmo caminho. Sem este PS, com quase toda a certeza, e só saindo do partido político de que é fundador se o expulsassem. Se antes teve de aguentar com Mário Soares, agora viu as tropelias passarem por Fernando Nobre (não merecia o que lhe estão a fazer, mas é crescidinho) e pelo cooperante estratégico Cavaco Silva. Penso que até deve implorar aos que abandonaram Fernando Nobre, ou que estão ligados a este PS, que não digam nada; que só votem.

 

Se essa tivesse sido a estratégia, Manuel Alegre estaria agora numa melhor posição para pensar numa segunda volta. Mas se não o fez é porque a sua matriz assim o exigiu.

 

Vamos aguardar pelo desenvolvimento da campanha; tenho ideia que fará com que Manuel Alegre se reencontre.

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