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Correntes

em busca do pensamento livre

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4 comentários

  • Claro, claro. Mas a minha ideia ao publicar este post era mais simples: remeto-me apenas para a frase em si e não extrapolo. Primeiro, é preciso ter em conta a leitura da obra e depois, bem depois, e numa ideia mais radical, ficariamos pela aceitação do fim.
    Abraço e obrigado.
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    Anónimo

    16.10.07

    Concordo. Nada de extrapolações e o fim é o que é. O inevitável. Ponto final.
    E radical não será o que procura ir além do fim?... Desculpe mas eu gosto de extrapolações!eh eh. E depois há sempre aquela liberdade de interpretação...
  • Claro, claro. Utilizei a expressão radical no sentido que o brilhante Amos Oz lhe dá em contraposição à tolerância. Sejamos tolerantes na aceitação daquela ideia de caos em tudo e em todo lado mas com a creteza de que há um fim... Mas é bom poder sonhar para além dele, do fim, claro, e mais ainda, como bem diz, ser livre de interpretar com a radicalidade da tolerância que nos sobra. Obrigado, muito obrigado. Abraço.
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