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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

franjas

15.09.10

 

 

 

 

Nunca esqueço esta frase de Vergílio Ferreira, aqui,: (...) uma forma de o medíocre convencido imitar a grandeza é não dizer mal de ninguém (...). Os anos de vida ensinam-nos muito nestes aspectos. Mais ainda se habitarmos um mesmo espaço profissional anos a fio ou se convivermos com um grupo de pessoas em momentos contínuos e sobreaquecidos.

 

Há outra verdade que o tempo vai apurando e que as condições referidas ajudam a certificar. Nem sei quem é o autor. É uma ideia que devemos ter sempre presente.

 

Diz o queixoso: falas com aquele tipo? O fulano fez isto e aquilo e mais não sei o quê. Responde o receptor da queixa: em regra, falo com quem quer falar comigo. Falar nem sequer é uma consequência de um juízo de valor. É falar apenas. Insiste o queixoso: mas com aquele fulano que fez ainda mais isto e ainda aquilo? Termina o receptor da queixa: também estou a falar contigo.

 

Sei que nada disto é fácil e mesmo o grande Amos Oz defende que em determinados momentos se tem de separar águas e não perdoar às franjas o que é imperdoável; mais com actos do que com retórica.


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