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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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EUA na bancarrota?

15.07.10

 

 

Recebi um pequeno texto do Luís Redes que pode merecer uma boa discussão ou dar apenas para pensar.

 

 

"Acham que devemos levar a sério estes lineares anti-americanos?

Esta história tem uns ladrões, espertalhões, os americanos, e muitas vítimas, todos os outros parvos - ingleses, franceses, alemães, italianos, japoneses, canadianos, australianos, etc.

Estão a dar-nos a entender que, como o dólar já não era suportado pelas reservas de ouro, os EUA poderiam imprimir os dólares que quisessem. E as outras moedas - o franco, a libra estrelina, o marco alemão - ficaram impávidas e serenas?

Onde está a base do valor do dólar - numa mera negociata entre saudis e americanos?

O valor do dólar está na economia americana - vejam o PIB americano e comparem-no com os dos outros países individualmente considerados.

O que é que impedia a venda de petróleo noutras moedas? Nada. Simplesmente, todas as moedas respeitáveis podiam ser convertidas em dólares e, este, naquelas.

Quando se põe aqui o Sadam a vender petróleo em euros, fazendo-o um herói, esquecem-se de dizer que ele não o vendia em dólares porque não podia... Foi o célebre esquema de petróleo por alimentos para escapar às sanções internacionais por causa das ameaças iraquianas aos curdos do norte e aos shiitas do sul.

O mesmo acontecerá com o Irão. É o problema da bomba que prejudica o comércio entre os dois países e que conduz a essas patéticas retóricas que invertem a causa e o efeito.

O Império Americano está a chegar ao fim? Claro que está, mas não pelas razões expostas nesta apresentação (o texto vinha acompanhado de um power point): União Europeia, ascensão da China, Índia, Brasil e a Rússia, liberta dos dogmas que a impediam de se afirmar no campo da economia."

 

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