Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

o verdadeiro poder

09.06.10

 

Foi daqui

 

São já muitos os que se questionam com a doença que se apoderou das mentes técnicas dos serviços centrais do ME. Já prognostiquei: para além da elevada temperatura corporal, há por ali uma desmesurada "mania de grandeza" que pode até ser congénita.

 

Tenho mais algumas pistas. Principalmente da 24 de Julho a paisagem é deslumbrante. O tejo fica debaixo de um olho constante. E isso inspira muito, estou em crer. Apesar da zona da torre de belém ser de difícil alcance visual, é natural que o sítio remeta o cérebro para coisas em grande. Não esqueçamos que foi dali que Portugal deu novos mundos ao mundo.

 

Digam-me lá: que outro país, ou que outra inspiração geográfica, conceberia um modelo de avaliação de desempenho com 100 descritores facillitadores da produção até 1000 (mil, para que não haja equívocos) descritores? E que dizer da invenção de uma escola que armazena miúdos de sete anos das oito às dezoito, prevendo-se a abertura do turno nocturno? E de um modelo de gestão da escola-organização com pelo menos 30 edifícios espalhados pelo território a evangelizar?

 

Dizia um desses especialistas: "os professores ainda não estavam preparados para este modelo de avaliação. É uma questão de tempo. Mais uns dois ou três anos e a coisa vai". Que ninguém se iluda. Para estes e outros assuntos da Educação, vai ser apenas uma questão de tempo na versão 24 de Julho somada à da 5 de Outubro. A menos que... Ou seja, os seus modelo são infalíveis, os aplicadores é que são fracos, coitados. Uns zecos falhos no horizonte marítimo. Este tipo de lamentação depois alastra-se. Os portugueses mais propensos à navegação à vista e mais versados em meter água, adquirem o hábito de antes de olharem para dentro apontarem o dedo aos outros. A sua descarada incompetência tenta sempre mascarar-se com o poder às assessorias. Acaba sempre em tragédia.

 

Se não, reparem:

 

Governo corta nos ministros, mas mantém salários de adjuntos e assessores

 

"Está lançada a confusão com o corte de cinco por cento no vencimento dos políticos. Afinal, os cortes excluem directores e sub-directores gerais, assessores, adjuntos e restantes membros dos gabinetes ministeriais. O que está a causar mal-estar entre os socialistas no Parlamento.(...)"

Comentar:

CorretorMais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.