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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

nos teatros?

07.02.10

 

 

Foi daqui

 

 

 

É lamentável. Museus gratuitos ainda se compreende desde que o sejam para todos, claro. Agora teatro e bailado? Ainda no fim-de-semana, em Lisboa, fomos a uma sala de teatro esgotada há muito;  só que depois os lugares vazios davam nas vistas: o costume, ao que me disseram: levantam os bilhetes mas depois não põem lá os pés.

 

É uma coisa antiga: dá ideia que os pagantes militantes são apenas os clientes da província, que marcam os bilhetes com antecedência e não circulam pelo regime de oferta da capital.

 

Ora leia.

 

Nos museus e teatros há cada vez mais acessos gratuitos

 

"Grande parte da cultura disponibilizada pelos organismos públicos é gratuita. Nos museus, nos palácios, nos teatros, no bailado, são mais os que entram sem pagar bilhete do que os que pagam. 
Nos museus da rede nacional, por exemplo, 62 por cento das entradas não são pagas - esta é uma tendência que começou em 2005 e se foi acentuando. E apesar de em 2007 o número de entradas pagas ter voltado a ser ligeiramente superior ao das gratuitas, em 2008 atingiu-se a maior diferença: dos 1,218 milhões de visitantes registados, 465 mil pagaram e 752 mil não pagaram. 
Nos monumentos, a divisão é mais equilibrada, com 51 por cento a pagar, mas nos palácios (que, tal como os museus, são geridos pelo Instituto dos Museus e da Conservação) verifica-se novamente que são mais os que não pagam bilhete de entrada do que os que pagam. 
E se nos teatros nacionais - o São João, no Porto, e o D. Maria II, em Lisboa - a percentagem de entradas pagas é um pouco superior à das gratuitas, já nos espectáculos da Companhia Nacional de Bailado (CNB) é exactamente o contrário. Em 2008, dos cerca de 27 mil espectadores da CNB, 18 mil não pagaram. E no ano anterior a situação foi ainda mais evidente: dos 19 mil que foram assistir a um bailado apenas 4 mil pagaram o bilhete.(...)"

 

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