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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

ciclos de má burocracia

29.12.09

 

 

 

Foi daqui.

 

 

 

É certo que os professores enfraqueceram a injusta divisão da carreira e o monstro burocrático que era a versão inicial da avaliação do desempenho. E derrubaram essas inexequíveis políticas porque foram impulsionados pela força da razão. Foi uma lição de cidadania.

 

Mas como se começa a concluir, a origem das desastradas propostas continua viva e bem activa. Dá ideia que do lado de quem chefia estas monstruosidades nada se aprendeu. É certo que o desnorte financeiro está bem presente mas isso não justifica tudo. Há muita vida para além do orçamento e, no caso da Educação, essa asserção é mesmo gritante.

 

A mais-do-que-esperada rotura entre o actual ME e os professores não será provocada apenas pelos contingentes de vagas. Embora isso seja decisivo, há outras matérias em que as possibilidades de entendimento começam a esgotar-se. E na génese de todo este problema está uma certeza há muito conhecida: os membros do governo, e muitos dos actores do poder central da Educação, desconfiam dos professores e têm horror ao ensino e às salas de aula.

 

Só por isso, e ao contrário do que acontece nos países civilizados, se continua a insistir em ciclos avaliativos de dois anos e não de quatro. É o massacre burocrático que originou o êxodo com penalização de muitos dos melhores e mais experientes professores. E a saga parece não ter fim.

 

Pode saber mais aqui.

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