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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

haja pachorra

05.11.09

 

Foi daqui.

 

 

 

 

Estou longe de desistir desta luta antiga e muito difícil que é a defesa da escola pública de qualidade para todos e do seu poder democrático, mas confesso que passo por uma fase de enjoo principalmente quando, e por dever de ofício, tenho de estar atento à agenda mediática na área da Educação. Já não há paciência para tanta manipulação e para o seu necessário jogo de sombras.

 

A agenda do país, ontem e em plena crise grave, tinha três vectores principais: o emprego, o desemprego e, pasme-se meu caro leitor, a avaliação dos professores. Ou seja, aquele amontoado de indicadores imensuráveis que foi inscrito numas grelhas inventadas por tecnocratas febris, consegue transformar-se numa espécie de co-incineração da primeira década do Século XXI e garante ao chefe do governo a jubilada encenação do ar mais-do-que-determinado. 

 

E enquanto a atmosfera escolar se vai degradando longe dos salões e dos corredores onde se esgrime o póquer e o bridge das palavras vãs, resta-nos continuar firmes e hirtos na defesa da razão e esperar que os reanimados sindicatos de professores se entendam com a nova ministra da Educação que prestou umas primeiras e eduquesas declarações.

 

Apesar de tudo, a coisa promete.

3 comentários

  • Viva Maria Simas.

    Também reparei nesse detalhe do número. Tenho ideia que este primeiro-ministro não tem emenda. Dá ideia que ficou com raiva dos professores. Será possível?

    Abraço.
  • Sem imagem de perfil

    Maria Simas.

    05.11.09

    Tem razão Paulo. O senhor destila raiva e agressividade contra os professores.
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