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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

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arre...

01.09.09

 

 

Foi daqui.

 

Governo ultima regulamentação e formação de professores de educação sexual 

 

"O Governo está a preparar a regulamentação da nova lei da educação sexual e um programa de formação para professores, disse o secretário de Estado Valter Lemos, garantindo que grande parte da estrutura necessária para aplicar o diploma já existe.

"Está a ser preparada a legislação", afirmou Valter Lemos, acrescentando que grande parte da estrutura necessária para pôr em prática no próximo ano lectivo a nova lei da educação sexual, aprovada este ano, já estava a funcionar. "Todas as escolas já têm um coordenador de educação para a Saúde, a educação sexual já está em todas as escolas, obrigatória", nesse âmbito, referiu.(...)"

 

A equipa que ainda governa na Educação não tem remédio; cansa continuar a desconstruir as coisas alarves que persistem em inundar de má burocracia o sistema escolar; mas a justeza da causa exige que se tecle mesmo que os dedos doam ou que o enjoo se apodere das nossas capacidades volitivas.

Desta vez vou recorrer a outra entrada sobre o mesmo assunto, aqui, e citar-me num texto que intitulei de "proibido legislar".

 

 

"(...)Então no Ministério da Educação é mesmo uma coisa com décadas. Mas o mais grave neste Ministério, é que as pessoas que o fazem não tem o menor respeito pelo metabolismo das escolas.

 

Senão vejamos: se a legislação obriga a alterações significativas na organização escolar, o natural seria que fosse publicada no primeiro período lectivo, de modo a permitir que as escolas preparassem com tempo a sua aplicação. Mas não. Todos anos é a mesma coisa. Escolhe-se os meses de Julho, Agosto e muitas vezes Setembro, para divulgar novas ideias que obrigam as escolas a refazer, vezes sem conta, o seu trabalho de planeamento. É como já escrevi: ou os governantes nunca dirigiram uma escola, ou são incompetentes, ou não respeitam quem as dirige.

 

Nem era preciso parar durante um ano: bastava dizer-se: aos governantes da Educação está reservado o período de Outubro a Dezembro para produzir nova legislação.(...)"