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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

ler até ao fim

25.06.09

 

 

(encontrei esta imagem aqui)

 

Especialista considera Portugal "líder mundial a repensar a educação"

 

"O especialista canadiano em tecnologia Don Tapscott aponta Portugal como um exemplo a seguir na educação, elogiando o investimento em computadores individuais nas salas de aulas. Num artigo de opinião publicado no blogue Huffington Post - onde já escreveu Barack Obama -, Tapscott dirige-se directamente ao presidente dos Estados Unidos da América: "Quer resolver os problemas das escolas? Olhe para Portugal!".

Na opinião de Tapscott, o "modesto país para lá do Atlântico", que em 2005 via a sua economia "abater-se", está a tornar-se no "líder mundial a repensar a educação para o século XXI". A presença de computadores nas escolas é "só uma parte" dessa "campanha de reinvenção", frisa Tapscott, que aponta a "criação de um novo modelo de ensino" como a "maior tarefa".

"Não é fácil mudar o modelo de ensino. Aliás, essa é a parte difícil. É mais fácil gastar dinheiro, como Portugal fez, a pôr Internet nas salas de aula e equipar os alunos com computadores", afirmou, acrescentando ainda que "é demasiado cedo para avaliar o impacto na aprendizagem", até porque os estudos sobre a presença de computadores nas aulas foram "inconclusivos".(...)"

 

 

Deve ler o artigo até ao fim e não ficar apenas pelo título. Por isso, resolvi sublinhar a carregado uma parte da notícia. Já escrevi por aqui que o investimento do plano tecnológico na Educação é importante. Mas também me parece o seguinte; "todos conhecemos o forte investimento que se fez em hardware, mas quase nada se sabe sobre software e sobre a "rede não física". E até podemos considerar que os decisores nem saibam do que estamos a falar e se interroguem:"mas qual software? Os computadores do plano tecnológico têm sistema operativo e as aplicações de base mais conhecidas no mercado!". Mas já se sabe. A oportunidade de negócio tudo sacrifica e isso sim: é uma verdadeira prioridade." Mas isto que acabei de citar (e citar-me não é lá muito bom sinal, eu sei) o investigador referido não teve tempo para indagar, como é dito no estudo.

O Paulo Guinote tem uma excelente entrada sobre este assunto aqui. Leia que vale a pena.

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