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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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last tango in paris

09.05.09

 

 

Após uns meses afogado num turbilhão de informação, decidi regressar às sessões de cinema do pequeno auditório do CCC (Caldas da Rainha). São à segunda-feira e as escolhas obedecem quase sempre a critérios muito recomendáveis - para os meus gostos, claro -; funciona como um espécie de cine-clube.

 

E nesta segunda-feira foi assim: "O último tango em Paris", o primeiro grande filme do enorme Bernardo Bertoluci, encheu-me as medidas. A fita não está no melhor estado, mas o argumento é soberbo e deixou-me com vontade de voltar lá para dentro para descodificar um ou outro detalhe. Tinha visto o filme apenas uma vez e há mais de 30 anos. No final, dizia-me, e com toda a razão, um amigo meu: "é quase incompreensível como tanta gente remete este filme para uma ou outra cena, relevante sem dúvida, mas que não passa de uma entre tantas outras."

 

Marlon Brando e Maria Schneider estão excepcionais.

 

Pode ver um vídeo de cerca de 3 minutos com as cenas à volta do último tango propriamente dito.

Ora clique.

 

 

 

 

2 comentários

  • Fizeste-me rir.
    Mas acho que esteve muito bem. Talvez a iniciar um processo pessoal muito exigente para as circuntâncias dele, que ao julgo perceber eram muito difíceis.

    Mas são opiniões, claro.

    Mas uma grande argumento.
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