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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

a luta volta de novo, e também, à rua

04.05.09

 

 

 

(encontrei esta imagem aqui)

 

 

 

Professores marcam greve e voltam à rua no dia 30 

 

Os professores voltam à rua no próximo dia 30. É um sábado e a concentração está marcada para Lisboa, embora ainda não se saibam mais pormenores.

Além da manifestação nacional, a Plataforma Sindical de Professores agendou paralisações de dois tempos lectivos (90 minutos) para dia 26 como forma de protesto contra as políticas educativas do Ministério da Educação, mas também como aviso ao próximo Governo sobre o que é que os docentes querem.

Há duas semanas que a plataforma vinha ouvindo os educadores de infância e professores, nas escolas e dessas cerca de 1400 reuniões "destacou-se um clima de grande insatisfação e profunda indignação dos professores", sublinhou Mário Nogueira, porta-voz da plataforma que reúne 11 sindicatos do sector.

 

 

Tal como se previa, a luta volta de novo à rua. Tenho ideia que ao até ao final de Maio, e com o desenvolvimento dos processos de avaliação do desempenho e de gestão escolar, os ânimos vão voltar a aquecer e a vontade de lutar regressará às mentes e aos espíritos dos mais preocupados apenas com a vidinha ou mesmo dos mais pessimistas.

Dizer-se que esta decisão resulta da audição aos professores por parte da plataforma de sindicatos é que até dá alguma vontade de rir. Na mesa que presidiu à reunião da minha escola, só estavam dirigentes da Fenprof. Tenho ideia que foi quase sempre assim por todo o país. Há algumas federações de sindicatos, e sindicatos, e afins, não federados, que só ouvem os seus próprios dirigentes mas que se sentem legitimados para falar em nome dos professores; e às vezes até complicam muito as coisas, sabe-se lá em nome de que interesses.

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