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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

do cordão humano

08.03.09

 

 

(encontrei esta imagem aqui)

 

 

Interessa-me pouco saber se estiveram 10.000 professores no cordão humano que ontem se realizou; até podem ter estado apenas 9.999. Sei que estivemos todos: os sindicatos, os movimentos, os da web 2.0 e os professores que não se revêm em nada disso; este é o registo que se deve sublinhar.

 

Também me interessa pouco especular à volta da ideia de que alguém, que não seja do governo ou do partido que o suporta, anda a promover acções de divisão. Já nos conhecemos todos à tempo suficiente para sabermos com o que podemos contar.

 

Parece-me que o cordão humano foi mais um reacender dos espíritos; um aquecimento para os incontornáveis tempos de grande contestação que se avizinham. De uma coisa devemos estar seguros: todas as acções são importantes, mas os movimentos de rua têm um papel fundamental.

 

Importa manter o optimismo decorrente do facto de quem tem razão acaba, quase sempre, por vencer e fazer tudo o que for possível para reforçar a unidade à volta do essencial; e insistir, claro, insistir sempre. Mas sem perder a cabeça e com a ideia que a luta é longa e que os cheques-mate não nascem de momentos iluminados; são produtos da razão, da lucidez e da persistência.

 

2 comentários

  • Tens toda a razão Miguel. Tb sempre me pareceu que o génese da luta está no que cada escola consegue fazer. Depois vem tudo o resto: sindicatos, movimentos, web 2.0 e todos os outros.

    Nesta altura nem digo se estou ou não optimista: digo que devemos insistir e manter a unidade; e nunca desistir.

    O facto de continuarmos na luta pode ser considerado quase heróico. Já vencemos muito e vamos continuar a fazê-lo.

    A força da razão
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