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Correntes

em busca do pensamento livre

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O Expresso está à venda?

28.05.16

 

 

A impressa do Expresso tem muitas referências, acusatórias do Governo, ao caso "estivadores"; umas subliminares e algumas tendenciosas. Mas a voracidade dos tempos é o que se sabe e o caso "estivadores" tornou-se um bom exemplo para o Governo e mais ainda se comparado com o anterior executivo. A desactualização da notícia evidenciou a parcialidade. Um jornalismo de referência seria, no mínimo, cuidadoso. Mas como no neoliberalismo tudo está à venda, estas nuances levantam a hipótese do desenho.

 

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da blogosfera - o meu quintal

28.05.16

 

 

Como é que diz que se disse?

 

Nem mais.

 

E acrescento o comentário inserido neste post pelo Rui Farpas de Mascarenhas:

 

"Ai as estatísticas! Então as de “felicidade”… Mas embarcando no jogo delas, também se poderá dizer que elas “confirmam” que o paradigma escolar vigente está esgotado, mas (ainda) funciona graças aos professores e à sua dedicação e entrega."

documento do tribunal de contas era um visto interno de Setembro de 2015

28.05.16

 

 

 

Segundo a TSF, "o documento do Tribunal de Contas apresentado pelos colégios "privados" era um visto interno de um funcionário datado de Setembro de 2015". Os colégios já usaram indevidamente uma audiência com o PR e assiste-se a um somatório de "erros" e promiscuidades em diversas zonas. É preciso uma espécie de refundação depois de uma década em plano inclinadíssimo.

 

Recupero um comentário que me deixaram noutro post;

"É toda uma escola de trapalhadas e trafulhices, de jogos de sombras e de marionetes, de pequenos poderes em "roda livre", de fugas para a frente e por aí fora".

Ao que acrescentei:

Nesta zona convém recorrer também à sabedoria popular: zangam-se as comadres, sabem-se mais algumas coisas; tanto tira quem o faz, como quem fica à porta; gato escondido com a cauda de fora; a ocasião faz a acção; e por aí fora. Um enjoo. Fica sempre no ar a interrogação: tudo isto é mais Maquiavel ou basismo? O que vai valendo é que existe mais alguma transparência com a Web 2.0.
 

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