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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Do voyeurismo e do facebook

25.05.16

 

 

 

"Nessa altura, ela estava no facebook. Sei sempre quando entra ou sai. Nunca viste a coluna da direita no computador ou no tablet? Consegues saber quem está e há quanto tempo", dizia-se em tom excessivamente audível na mesa ao lado. A conversa a quatro foi por ali fora sempre à volta da vida alheia. Nem a atenuação de uma voz mais-vida-própria, que remetia a possibilidade das presenças contínuas para tablets ou smartphones ligados com app's abertas ou com browsers na mesma situação em computadores, descansava as outras três almas. O frenesi do voyeurismo era tão sôfrego, que os vigiados já devem ter saliências no topo da cabeça, vulgo antenas, para a acusação evernet. Que raio de vidas, realmente.

 

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Escolas de 1 a 5 na ocupação (repetição do post de 19 de Maio de 2016)

25.05.16

 

 

 

Escrevi assim:

E se uma das escolas mais expostas a contratos redundantes estivesse pontuada com um 5? Imaginemos que, em 2005, quando nasceram os colégios "privados" na sua zona, essa escola tinha 1000 alunos e 42 turmas (32 nos 2º e 3º ciclos). Imaginemos ainda que, em 2016, já só tinha 400 alunos e 23 turmas (17 nos 2º e 3º ciclos e continuemos a imaginar que ao longo dos anos o MEC afunilou a constituição de turmas) e estava pontuada com um 5 que é a classificação máxima das sobrelotadas. Seria, no mínimo, surpreendente.

 

Documenta-se, então, o estranho caso da EBI de Santo Onofre em Caldas da Rainha.

 

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Quadro na página 101 - na página 03 explica-se a metodologia, nomeadamente a recolha de dados