Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

da moral e dos actos dos políticos

07.03.16

 

 

 

 

"Se o deputado mente na declaração de património entregue no tribunal constitucional, a sua condição de eleito não o coloca acima da lei nem do juízo moral dos cidadãos", foi mais ou menos assim que registei a indignação com o caso recente da ex-ministra das finanças. O argumento derivou de um contraditório com um defensor do acto de Maria Luís que advogava uma qualquer separação entre os actos dos políticos e juízos morais. Ora bem: a ex-ministra não mentiu e está a cumprir a lei, mas isso não significa que não deva respeitar a ética mais elementar que é exigida como mínimo de sensatez. Por outro lado, é legítimo um juízo moral ao caso em si, uma vez que não se intromete em questões do género da orientação sexual ou do credo religioso. É neste último sentido que considero pertinente o argumento que registei para iniciar o post. Por vezes, temos mesmo que nos beliscar com o teor da discussão.

 

12224019_b86TC.jpeg

 

da blogosfera - ComRegras

07.03.16

 

 

 

Resultados da Sondagem | É a favor da existência de Quadros de Honra nas escolas?

 

"Na sondagem desta semana do ComRegras, o tema era o da existência de quadros de honra. As opiniões dividiram-se de forma muito equivalente. Este é o meu comentário, breve qb devido às contingências do fim de semana,a que acrescentarei a imagem dos resultados logo que chegue."

 

A segunda ligação é para o novo blogue do Paulo Guinote onde deixei os seguintes comentários:

 

"O que também me espanta é que não se consiga observar os efeitos destas coisas aplicadas com iguais critérios a crianças do primeiro ciclo ou a jovens do secundário."

 

Perante a concordância da Anabela Magalhães, que escreveu "Paulo Prudêncio, no meu agrupamento são entregues desde o 4º ano. E as exigências vão para além das notas.", acrescentei:

 

"Sei disso. Penso que haverá muitos mais. Surpreende-me que não se consiga perceber a progressividade nestes assuntos. Os sistemas desportivos conhecem há muito estes problemas. Há um autor francês, Jacques Personne, que tem uma obra muito importante “Nenhuma medalha vale a saúde de uma criança”. É uma obra do século passado, mas o recuo civilizacional obriga-nos a recuar também na argumentação."

 

20130530160549.jpg