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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da agenda do não e dos seus efeitos

02.03.16

 

 

 

"A formação da personalidade apoia-se na sua negação", é uma intemporal verdade educativa. Por mais que os destinatários reajam (e é bom que o façam), o "não" tem tanto de desejado, de necessário e de útil como de inconfessado pelos educandos.

 

Outra verdade prende-se com a necessidade do "não" escolar aos encarregados de educação (não organizacional e curricular, obviamente) e que a lógica do "cliente tem sempre razão" tem eliminado. É evidente que haverá encarregados de educação mais "tudólogos" ou necessitados da sensatez do não escolar, que confundem o "outro" com o "igual" na educação das crianças e jovens e que desvalorizam a importância destas questões para a saúde da democracia como sublinharam Hannah Arendt e muitos outros. A gravidade acentua-se se a desinformação atinge autoridades escolares.

 

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ou das duas

02.03.16

 

 

 

Sei que estamos numa fase "Roma dos últimos dias", mas não deixo de me surpreender com a "habilidade" dos políticos para irritar as pessoas. O "não sejam piegas" ou o "emigrem" de Passos foi mesmo um cume nem sequer atingido pela "irrevogabilidade"; concordo. Mas os "não fumem", "andem em transportes públicos" ou "usem a gravata da cor tal" de Costa também requerem um "não havia necessidade, que raio". Não sei se são tiques, se são mesmo conteúdos ou se se limitam à forma. O que já parece usar as duas componentes, forma e conteúdo, é o lamentável episódio Soares no CCB. Concordo com a ideia de concursos internacionais, embora, e no estado em que estamos, nem sei se isso significa mais isenção.

 

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da blogosfera - aventar

02.03.16

 

 

 

 

 

 Apresentação do livro do Paulo Guinote "08/03/08"

 

 

"Citações de memória, mais pela ideia do que pelas palavras exactas, da apresentação, hoje, na livraria Buchholz, Lisboa. As manifestações dos professores foram precursoras de outras, como os movimentos de indignados, em Espanha e Portugal, e dos movimentos da Primavera Árabe. (Sampaio da Nóvoa) O controlo burocrático, que antigamente exigia recursos materiais e financeiros consideráveis, está agora a um click de distância, com custos reduzidos, como forma de controlo dos profissionais. Um controlo que não traz valor, nem, muito menos, se traduz em avaliação de desempenho. (Sampaio da Nóvoa, referindo José Gil)(...)"