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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ainda a supressão dos exames das crianças

15.01.16

 

 

 

 

A definição de escola como arena política é quase irrefutável. O autor encontrou outras cinco imagens (empresa, burocracia, democracia, anarquia ou cultura), mas as contendas ideológicas preenchem boa parte do nosso espaço público escolar. É por termos uma sociedade assim (também ausente na Educação e imatura nos procedimentos democráticos) que advoguei a supressão dos exames das crianças (porque eliminam os maus rankings e repensam os limites morais do mercado ao retiram sentido a prémios monetários, pautas públicas e quadros de honra) e considerei dispensável a prova de aferição no 2º ano com o argumento da detecção da exclusão precoce numa sociedade que tem é que ser capaz de se responsabilizar pela educação dos petizes para que estes problemas não se eternizem.

 

É evidente que há argumentos risíveis. Desde logo, o "no meu tempo é que era" ou "os traumas para a vida". Mas hilariante, hilariante, foi o que li num dos mentores do "Observador" que prevê uma bancarrota com o actual Governo. E porquê? Qual foi o primeiro argumento do tal mentor? A supressão dos exames do 4º ano em Portugal. Isso mesmo. Estamos a imaginar Lagarde, Juncker e Draghi (a troika) pedirem uma audiência urgente a Obama para estudarem os efeitos devastadores no sistema financeiro com a supressão dos exames do 4º ano em Portugal.

 

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concursos públicos no nível menos n

15.01.16

 

 

 

É péssima a imagem dos concursos para directores na administração pública. Para além da gravidade das candidaturas irregulares (pessoas com esse perfil existem em todas as épocas), o que duplica a vergonha é a conivência e a parcialidade dos júris como se pode ler "nesta notíciado DN e na ligação seguinte do mesmo jornal:


"É de bradar aos céus que ele, tendo sido o presidente do júri de um concurso que está mais do que provado que tinha irregularidades, tenha resolvido renomear em regime de substituição os mesmos delegados que eventualmente foram favorecidos", comentou ao DN Maria do Céu Castelo-Branco, que tinha concorrido aos concursos para a região centro e tem neste momento uma ação no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro contestando a nomeação de Cristina Oliveira".

 

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