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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

detido um empresário do Grupo GPS

14.07.15

 

 

 

 

Segundo a TVI, foi detido "Agostinho Ribeiro que era responsável pelos colégios Santo André e Miramar, do grupo GPS. A TVI descobriu este empresário há dois anos e meio, quando denunciou as fraudes das escolas do grupo GPS e que levou a uma investigação da Policia Judiciária a este caso, que também envolve subsídios estatais.(...)"

 

Como se sabe, a relação público-privado na Educação tem sido uma causa difícil para os defensores da escola pública que não beneficiam da protecção da partidocracia. Vamos observar com atenção os próximos episódios da "verdade inconveniente" e esperar que a justiça funcione.

Nuno Crato já desconfia da sombra?

14.07.15

 

 

 

Está a ser penoso o fim de mandato de Nuno Crato. Percebeu-se que a sua "vocação" era mais o superior, mas o além da troika "empurrou-o" para o desastre também aí. No não superior parece que eram outros os administradores e Crato limitou-se a umas epifanias e a continuar o rol de impreparações iniciadas em 2003. Reforça-se a estupefacção com a sua recente desconfiança em relação à melhoria nos exames de Matemática (12º ano): mas já nem a sombra acompanha a imagem?

 

Claro que só uma sociedade ausente e doente mediatiza tanto os exames do não superior. O sistema escolar está gravemente doente e já não disfarça um clima de trafulhices e trapalhadas. É um estado de sítio legislativo. Nada há a fazer? É evidente que muito se pode fazer e nem adianta o argumento financeiro; é prioritário restabelecer a democracia e desburocratizar mesmo; digamos que são coisas de somenos (porque diminuem a despesa sem ser com o corte de pessoas e têm ganhos de confiança nos actores) para o mainstream estratosférico. E para começar, é importante que termine este ciclo radical que ficará nos rodapés da história como o período em que havia "mais exames do que aulas".

 

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os gregos não tinham plano B?

14.07.15

 

 

 

"Se o Governo grego apresentasse um plano B com a saída do euro a maioria do Eurogrupo tinha provocado o Grexit", concordo com esta ideia. Há uma componente política que desesperou os defensores da tragédia austeritarista e que se acentuou nos que vão a votos entretanto. E acho uma certa piada aos "heróis" que acusam o Governo grego de capitulação. Mas há alguém que acha que é fácil ir às altas paradas do casino desafiar os falcões dominadores apoiados por inúmeros "bons alunos"? É bom não esquecer a herança grega de corrupção (e é também bom que os portugueses não se esqueçam das analogias com a Grécia, nomeadamente as "ruas de pobres" e a corrupção perpetrada pela bancocracia e pela partidocracia). Há um mérito grego inquestionável: "desmontou" o colete de forças do euro, oxigenou, como ninguém até aqui, uma alternativa e o tempo lá se encarregará de outras explicações.  

 

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