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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Os professores ficaram colocados no vazio e não há culpas?

06.07.15

 

 

 

Inúmeros (sim, foram muitos e não se sabe quantos) professores dos quadros foram colocados, por erro, em vagas sem horário e restou-lhes o recurso hierárquico?

 

E se estão satisfeitos com a nova colocação e não reclamam?

 

E como é que reclamam os que não correram e que passaram para horário zero porque o colocado com erro é mais graduado?

 

Nas seguintes cinco variáveis encontramos explicação para a coisa:

1. o MEC errou no lançamento das vagas a concurso;

2. a aplicação informática está errada;

3. as escolas erraram no planeamento;

4. as escolas erraram a lançar as vagas;

e 5. as escolas erraram no lançamento e o MEC não corrigiu mesmo que avisado.

 

Havendo esta objectividade, o MEC e os sindicatos reuniram e passaram a responsabilidade para os professores através do tal recurso?

 

É impressionante a cultura portuguesa de apropriação do bem comum e de irresponsabilidade.

 

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das atitudes de varoufakis

06.07.15

 

 

No dia seguinte à histórica vitória do não, Varoufakis demite-se com a seguinte argumentação: 

 

"Considero ser meu dever ajudar Alexis Tsipras a explorar o capital que o povo grego nos deu através do referendo. Irei arcar com o ódio dos credores com orgulho".

 

Estes gregos não páram de dar lições. É, realmente, um sinal de esperança. Há dias escrevi assim:

 

"É inigualável a grandeza de quem não se verga para não perder a liberdade. Percebeu-se, desde logo, que os governantes gregos não tinham descido do Olimpo e que estavam determinados a enfrentar a dívida colossal e os indicadores de miséria da Grécia. Revelaram-se preparados para ir ao casino da banca alemã e francesa (não esqueçamos os "Goldman Sachs") e jogar contra os DDT's deste mundo correspondendo ao apelo dos europeus que, contudo, consideravam o combate impossível e destinado ao fracasso na primeira esquina. Os governantes gregos estão a enfrentar o fim da história decretado pelo Eurogrupo. Compreendo os avanços e recuos e desejo que sejam bem sucedidos. Estão a tentar e não se refugiaram nos prognósticos no fim do jogo nem no "não há nada a fazer". Sem precipitações, os casinos assim o exigem, esperemos pelos próximos lances."

 

continua a festa da banca

06.07.15

 

 

 

Nem o "Novo Banco" disfarça (a mediatização do oxi grego tem camuflado mais um desastre) o destino dos empréstimos: mais 2 mil milhões para a parte boa do banco num processo semelhante a 80% do capital injectado na Grécia: J. P. Morgan e Goldman Sachs foram os fiéis sorvedouros. Os defensores políticos destes procedimentos desorientaram-se com os gregos e andam a exigir referendos para incluir a Grécia. Imagina-se o desespero dos "bons alunos" e mais ainda dos "além da troika".

 

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 Primeira página do Expresso de 04 de Julho de 2015.