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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos jotas carreiristas

19.04.15

 

 

 

 

Concordo com Sobrinho Simões:

 

"(...)apostaria(...)na extinção dos jotas e na desprofissionalização dos políticos(...)".

 

A partidocracia capturou o Estado central mas também as autarquias. Penso que o mais nefasto a nível local é a acumulação de duas ausências nos jotas carreiristas: profissão fora da política e escritos. Como alguém disse, já nem se trata de pedir uns papers "científicos". A exigência mínima são uns escritos com objectivos que possam avaliar as acções para lá das imersões viciadas nos corredores e nos jogos de bastidores.

 

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 Revista do Expresso. 18 de Abril de 2015. Página 105.

a actualidade política pelas redes sociais

19.04.15

 

 

 

 

O Paulo Guinote fez um fim de emissão no blogue, mas postou assim no facebook:

 

 

"Da Relativização Oportunista: leio e ouço gente muito estimável e mesmo amig@s a entrar já naquelas relativizações com base em ambiente pré-eleitoral. Do lado da órbita do PS e apêndices em aproximação temos o crescimento da adjectivação hiperbolizada dos malefícios de Crato, servindo isso já para dizer que MLR e os mandatos do engenheiro até foram de "modernização das escolas" (sim, para quem ganhou uma novinha, ou seja, uma minoria) e de "igualdade de oportunidades" (a sério?). Já tudo é muito relativo e a memória encurta quando se trata de demonmizar quem está para encostar ao Costa. Do lado da maioria no poder e entre todos os que têm pesadelos com a "esquerda", começa-se já a dizer que, afinal, Crato até nem fez coisas muito más, que acabou com as ACND e que a troika é que obrigou a que ele desinvestisse brutalmente na Educação sem dar um pio e assinando diplomas que ele acharia clamorosos enquanto analista. Para evitar o "regresso do socialismo" até o vocacional aos 13 anos passa a ser o supra-sumo da batata em puré e por aí abaixo.
Contra estas formas de um maniqueísmo mimético eu oponho que se a vossa preocupação é a cor da camisola de quem lá está a mandar no jogo e não a qualidade do dito jogo, mais vale irem pregar para o vosso particular oásis e, já agora, preguem bem pregado o caixão onde enterraram as convicções, pois parece que só restam oportunistas posições.

Se estou apenas a ser "corporatiivo"? Fosse eu advogado deputado e articulista da imprensa mainstream (ou consultor de um ministério, em trânsito de um grupo empresarial nacional ou estrangeiro com interesses nas decisões políticas dessa pasta) a defender os direitos adquiridos de empresas com as quais o "meu" escritório tivesse negócios e ninguém diria tal.

E um bom domingo para tod@s, já agora."

dos ministros e dos governos

19.04.15

 

 

 

"Mas Mariano Gago fez parte do Governo de Sócrates e Lurdes Rodrigues. Esteve nos conselhos de ministros onde se decretou a guerra aos professores e à escola pública, conforme confessou António Costa". Foi mais ou menos assim que ouvi uma crítica que se repetirá.

 

Mariano Gago foi um muito bom ministro da ciência nos governos de Guterres e acumulou o ensino superior nos de Sócrates onde aprofundou ideias políticas sobre o desenvolvimento da ciência. Não lhe conheço uma declaração pública de apoio ou de rejeição (tenho ideia que se demarcou no pico de contestação) ao desmiolo de Lurdes Rodrigues, mas recordo a imagem seguinte da última página do Expresso e convenço-me que olharia para tudo isso do mesmo modo que criticou com veemência os achamentos ultraliberais de Passos e Crato. Há uma "falha" geracional por causa da emigração forçada que Portugal já está a pagar, que se acentuará e que será muito difícil de recuperar.

 

 

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