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Correntes

em busca do pensamento livre

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Filipa Prudêncio recebeu, na Academia das Ciências de Lisboa, o prestigiante prémio Prof. Abreu Faro

10.03.15

 

 

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A Filipa recebeu hoje, na Academia das Ciências de Lisboa, a 1ª edição do prestigiante prémio Prof. Abreu Faro destinado a alunos dos programas doutorais do Instituto Superior Técnico nas áreas de electrotécnica e computadores, informática, física e matemática e que concluíram o doutoramento no biénio 2013/14 com a classificação máxima.

 

Foi uma cerimónia belíssima e cheia de significado.

 

"O Prémio Professor Abreu Faro é instituído pelo IST sob proposta do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC), com o apoio do Departamento de Engenharia Informática (DEI), do Departamento de Física (DF) e do Departamento de Matemática (DM). Tem por objectivo distinguir os melhores alunos de Doutoramento nas áreas das Telecomunicações, Electrónica e Computadores, para cujo desenvolvimento em Portugal o Prof. Abreu Faro deu um contributo decisivo, homenageando-se e perpetuando-se assim a memória deste grande Homem da Ciência.

O prémio é atribuído pelo IST em períodos de 2 anos, compreendendo um diploma e um valor pecuniário a fixar no ano da atribuição. A 1ª edição do prémio é apoiada pela ANACOM e foi entregue no dia 19 de Fevereiro de 2015, durante uma Sessão Académica de Elogio Histórico na Academia das Ciências de Lisboa."

 

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do cavaquismo à génese do caciquismo

10.03.15

 

 

 

É surpreendente e inédito ler Cavaco Silva a definir o perfil do próximo presidente. É estranho porque não se espera isso de quem exerce um cargo público. Mas a escola cavaquista, a que aludi aqui, tem os tais tiques do caciquismo. Desde logo, a ideia de sucessão com a exigência de bênção. Francamente: tanta falta de clarividência já é patologia.

 

Nem na economia o PR apresentou créditos. Às tantas, escreveu o prefácio num daqueles dias em que um indicador, o do crescimento económico, por exemplo, deu um qualquer e ténue sinal de vida. Querem ver que ainda vai determinar que se legisle o voluntariado dos ex-presidentes para que a nação, e na sua douta e insubstituível inspiração, se tranquilize? Mas não há quem lhe aponte a sucessão de erros de análise e de retrocessos civilizacionais e organizacionais?

 

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