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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos limites da pressão

26.02.15

 

 

 

"Há um exagero em muitas das pessoas que se queixam que cederam por causa da pressão", disse a especialista, não ouvi o nome, na TSF. O tema era o assédio nas relações de trabalho e a consequente "desculpa" para a fraqueza moral.  

 

Não é preciso ouvir uma especialista para comprovar a evidência. Os últimos anos do sistema escolar foram férteis. Quantas e quantas vezes (é uma lista mesmo interminável) não ouvimos o argumento da pressão, e da necessidade, para justificar o mais notado oportunismo? E como disse a especialista, este tipo de "fraquezas" são sempre, e a prazo, prejudiciais aos indivíduos que as praticam e vezes de mais aos grupos onde se inserem.

concordo com o CNE

26.02.15

 

 

 

 

Concordo com a ideia do CNE de eliminar a obrigação de tornar públicas as pautas de avaliação antes do sétimo ano de escolaridade, substituindo-a por informação individual a cada aluno e respectiva família. E não se deve circunscrever às pautas: deve aplicar-se a todas as avaliações e a quadros de valor e de mérito.

 

Ia a escrever que há muito que escrevo a defender estas ideias, mas não é verdade. Não é há muito porque os descomplexados competitivos criaram estes processos há pouco tempo e até julguei que esta espécie de "nova teoria do homúnculo" era impossível no século XXI.

 

Pode conhecer aqui e aqui alguns dos textos que escrevi sobre o assunto.

  

As ideias do CNE

 

Reavaliar provas do 4.º e 6.º ano.


Propõe ainda, entre várias outras medidas, que seja eliminada a obrigatoriedade de afixação pública das pautas de avaliação, uma prática "sem par nos restantes sistemas educativos, substituindo-as por "informação individual dirigida a cada aluno e respectiva família". Que seja reavaliada "a adequação das provas finais do 4.º e 6.º anos aos objectivos de aprendizagem dos ciclos que encerram, bem como rever as suas condições de realização". Actualmente são feitas ainda no decorrer do ano lectivo, o que traz "enormes constrangimentos ao funcionamento das escolas, para além de determinarem alterações nos processos de leccionação".

 

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