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Correntes

em busca do pensamento livre

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Editorial (24)

17.02.15

 

 

 

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Estou há onze anos na blogosfera e a experiência permite que consuma menos tempo nas tarefas rotineiras.

 

Por exemplo, raramente desligo o computador caseiro e mantenho abertas as janelas da gestão do blogue, do email, dos blogues que sigo (com uma excepção em que gosto de clicar sempre que lá vou), de dois ou três jornais online, do twitter, do facebook e de algumas aplicações como o filemaker ou o word (nestes casos é uma espécie de since 1990 integrada nos startup items). O sistema operativo sinaliza novas mensagens ou entradas, quando chego não perco tempo a abrir aplicações e janelas e conheço o essencial de modo mais célere.

 

Como a insolência da ignorância não tem limites, o que era de todo impensável acontece: perfis como o acima descrito são usados "oficialmente" para tentar menorizar candidaturas públicas apontando-lhes o tempo de presença nas redes sociais. A coisa agrava-se quando essas campanhas "oficiais" incluem outras práticas do mesmo nível: coisas risíveis do género da pastelaria em que o candidato lancha ou toma café e por aí fora. Bem sei que este registo escapa ao habitual, mas é só porque é carnaval. 

 

Do dominó: aumenta o receio com o fenómeno Syriza

17.02.15

 

 

 

É notório o receio europeu, do poder vigente, obviamente, com a possível sensatez do fenómeno Syriza.

 

Olhando para o que aconteceu na Grécia com o arco do poder, os poderes governativos europeus temem o esvaziamento eleitoral. Seria uma espécie de dominó: sempre que havia uma eleição, a contagem imediata apontava a queda do mainstream que se colocou do lado neoliberal e que favoreceu, de modo inédito na história conhecida, os tais um por cento. Só um detalhe fundamental: o Syriza afirmou-se sem cedências ao arco governativo e isso torna o fenómeno ainda mais "assustador".

 

 

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