Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da crise vigente e da corrupção denunciada por stiglitz

08.02.15

 

 

 

 

Os EUA exportaram, segundo Stiglitz, o seu modelo de corrupção e a Europa adoptou essa meritocracia: a dos interesses e do monetarismo que aniquilou a do currículo, dos programas, das ideias e dos projectos. E os europeus foram de tal forma impregnados que as oligarquias nasceram como cogumelos até nos confins dos territórios.

 

É também isso que explica muita da corrupção que nos afundou e que se ligou aos aparelhos partidários e às campanhas eleitorais. Há muito que a as vitórias eleitorais nos EUA se medem pela quantidade de fundos. Até a de Obama ficou ligada a esse pragmatismo com um inédito financiamento popular.

 

Em Portugal também foi assim. Houve presidentes da República que o denunciaram com veemência, mas a máquina estava tão imparável que só estremeceu quando se estampou contra o muro da bancarrota. A exemplo da frieza não contemplativa da diplomacia internacional, também as máquinas partidárias não olharam a meios nem a solidariedades. Não é por acaso que Soares, repito, se indigna com a singularidade da prisão de Sócrates, embora uns poucos, como Duarte Lima e afins, já tenham caído numa espécie de desgraça.

 

 

 

IMG_2791.jpg

 

Museu Guiness (a mandante da cidade?). Dublin. Agosto de 2013. 

 

 

 

 

a actual maioria a defender a despenalização das drogas leves?

08.02.15

 

 

 

 

Quando se lê que a actual ministra da justiça defende a despenalização das drogas leves e a consequente venda em farmácias, até nos beliscamos com a coerência da direita dos interesses. Será que em ano eleitoral ainda vão defender a escola pública, o serviço nacional de saúde e o programa do Syriza?

 

mascaras.jpg

 

Imagem da rede sem referência ao autor. 

 

 

 

 

The hole by ohad naharin (2013)

08.02.15

 

 

 

 

Há quem diga que a saudade é um sentimento lusitano, mas qualquer pessoa que frequentasse as temporadas de dança da Fundação Calouste Gulbenkian estaria decerto saudosa da companhia.

 

O triste encerramento já tem uns anos e deixou um vazio. A oportunidade de ver, em Portugal, coreografias do enorme israelita Ohad Naharin, por exemplo, perdeu-se. Fui à procura da sua pegada e recomendo um vídeo curto de 2013.