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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

o plano B é em excel?!!

23.09.14

 

 

 

 

plano B para o bloqueio do Citius é em excel? A coisa é pior do que se podia imaginar e espera-se que o gabinete de Passos não torne o plano transversal e o aplique aos concursos de professores. O excel é uma poderosa folha de cálculo, mas é uma impossibilidade para a gestão de dados numa rede com estas características.

 

 

 

A ameaça de demissões é um plano C do mesmo nível de gestão?

 

 

 

 

mensagem de esperança para o alto comando da "operação concursos"

23.09.14

 

 

 

 

Publiquei pela primeira vez, em 10 de Junho de 2009, o vídeo que vai ver. O post tinha como título "E lá nos havemos de safar". Recomendo-o ao alto comando que opera na solução para a inenarrável fórmula do concurso de professores BCE. É uma mensagem de esperança.

 

Na altura escrevi assim:

 

"É tal o estado a que chegou o sistema escolar em Portugal que não me lembro de outro ano assim (talvez aquela saga dos concursos com uma aplicação informática inenarrável tenha algumas semelhanças no domínio da incompetência técnica). Desalento, confusão, inacção e uma série de diplomas legais sem pés nem cabeça que a grande maioria não consegue cumprir e os que dizem que os executam fazem-no a fingir, por temor ou por oportunismo.

 

E lembrei-me de um pequeno vídeo, de cerca de 2 minutos, que nos pode dar alguma esperança e que sublinha um dos motes mais conhecidos da nossa organização: "lá nos havemos de safar"; é só ver o vídeo com atenção e dar asas à esperança.

 

Ora clique."

 

 

 

um desabafo de célia lopes sobre o concurso de professores

23.09.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação:

 

 

"A maior vergonha dos últimos tempos...

 

 

Assisto incrédula aos últimos acontecimentos. Não sei aquilo que me deixou mais perplexa, se o erro matemático cometido e já admitido na colocação de professores se os acontecimentos que se seguiram, assistimos na última semana a um ministro que assume o erro ao ponto de pedir desculpas aos portugueses mas não ao ponto de se demitir, tenta menorizar um erro gravíssimo e até científico justificando que afetou “apenas” cerca de 2% dos docentes (mil a dois mil professores), e com o aval do primeiro ministro. O que quer isto dizer? Se o erro só afetasse 100 professores ou 1 a injustiça era menos grave? E ainda assim, a comitiva do ministério de educação continua a cumprir a agenda politica e dá prioridade a inaugurações em vez de dedicarem todos os esforços à resolução deste problema, quanto mais não fosse porque foi e continua a ser posto em causa o principal assento politico deste ministério. Já todos percebemos que um ministro que estava tão preocupado em escolher os melhores professores para os poucos lugares disponíveis, tanto que criou uma prova “inédita” para candidatos a docentes, veio agora colocar os professores seguindo uma lista que não cumpre a legislação e que o erro já admitido colocou injustamente cerca de dois mil docentes. O que ainda não sabemos é como será resolvida esta “incongruência de escalas”. O secretário de Estado da Educação garantiu publicamente que estes professores já colocados não sairão prejudicados. A classe docente em particular e a sociedade em geral ficou muito mais aliviada em saber que aqueles que foram colocados injustamente, estão a ensinar os nossos filhos, não precisaram de se inscrever no centro de emprego e continuam a contabilizar tempo de serviço, desde a passada segunda-feira, e que até, quem sabe, para o próximo ano podem passar à frente de dezenas e até centenas de colegas, mais uma vez injustamente. O que estou à espera de saber é o que acontecerá aos docentes que foram ultrapassados, muito dificilmente, estes, nos quais me incluo, não sairão prejudicados. É importante que toda a sociedade perceba que o que se está a passar transcende o limite do desculpável e não é como alguns comentadores políticos o querem fazer ver um “erro comum resolvido pontualmente como acontece todos os anos”. O erro Crato, como alguns já o designaram, leva-nos a um paradoxo que não tem resolução possível, dado que a solução justa passa por uma anulação completa das listas e consequente anulação das colocações já realizadas mas como pode ser isto possível se estes docentes estão desde o dia 15 de Setembro ao serviço do Ministério de Educação. Após doze anos de serviço ao Ministério de Educação, nunca presenciei uma injustiça com estas dimensões que afeta não apenas 2% dos professores, como nos querem fazer ver, mas toda a sociedade, à qual me tenho dedicado, ao longo destes anos para que a falta de cultura não seja a condenação do povo. Por uma questão de verdade e justiça, por mim, pelas minhas filhas e pelo futuro deste país que também é meu e no qual ainda acredito, não baixarei os braços até que este erro que nos querem fazer parecer pequeno seja corrigido e sirva de exemplo para que tamanhas injustiças não venham a ser cometidas no futuro seja na Educação ou em qualquer outra área."

 

 

Célia Lopes