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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

agora é fácil

08.07.14

 

 

 

 

 

 

Impressionou-me, no final de dois ou três jogos, o descontrolo emocional dos jovens jogadores brasileiros. Lembrei-me demasiado dos gladiadores dos circos romanos. Este campeonato tem tido muito descontrolo emocional e não apenas por parte dos canarinhos.

 

Já tinha registado também a fragilidade organizacional da equipa que dispõe do melhor conjunto de jogadores. Hoje conjugaram-se os dois factores negativos e a Alemanha não perdoou.

 

Há muito que apoio o Brasil nestas competições, mas desta vez os nossos irmãos não estavam preparados para mais. Falta saber como seria se o capitão e Neymar tivessem jogado, mas não me parece que fosse muito diferente.

 

 

 

 

Querem ver que ainda acabamos como emergentes

08.07.14

 

 

 

 

Passava pelos órgãos de comunicação social e parei no terceiro com "receio" de estar a viver numa economia emergente sem dar por isso. A coisa conta-se com poucas linhas e imagens.

 

Anda por aí a OCDE e ouvi as conclusões de um jornalista da TSF seguidas de uns devaneios desse CEO e Guru da gestão que exerce funções de chefe do Governo que me deixaram com o sorriso igual ao da audição da última tirada de Passos Coelho: "estamos a criar uma sociedade de pleno emprego".

 

Parece que a OCDE anuncia um crescimento do PIB até 2020 por obra das reformas estruturais (essa expressão mágica que preenche os vazios das sinapses).

 

No Público é de 3,5%.

 

 

 

 

 

No Expresso subiu para 5,5%.

 

 

 

 

No Ionline atingiu 8,5%.

 

 

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Ainda passei no angolano SOL, mas desconheço as relações da família (Espíritos e) Santos com a OCDE (o jornal é mesmo bélico: fala em disparar o PIB). Nem me atrevi a passar pelo novel Observador de JMFernandes que era um fervoroso Lurditas D'Oiro até 2007, passando depois a um registo oposto e igualmente fervoroso. Enfim: o Observador pode ter o PIB 2020 com mais ou menos 20%.

 

Dos restantes nem é bom falar, claro.

 

A nossa desconhecida emergência medir-se-á em crescimento ou em desconfiança?