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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

se nos ocuparem o interior, quanto tempo é que a malta de Lisboa e Porto demorará a perceber o acontecimento?

30.06.14

 

 

 

 

 

Se um dia os denominados Jihadistas recuperarem Granada e Córdoba com a ideia de dominarem a Penísula Ibérica (o Gharb al-Andalus incluía o que é hoje o território português, o Alhambra demonstra como isso foi possível e não se pode dizer que a história não se repete) do mesmo modo que estão a erguer um Califado na Síria e no Iraque, há uma interrogação que devemos colocar: com o despovomento em curso, quanto tempo é que a malta de Lisboa e Porto demorará a pereceber a ocupação do interior?

 

 

 

 

 

mas não estamos num estado de excepção?

30.06.14

 

 

 

 

 

O Governo foi para além da troika, acreditou numa destruição criadora e promoveu políticas de desigualdade que protegeram os mais ricos (os tais 1%). É factual, foi assumido pelos próprios numa lógica arrepiante de serventia à malta dos salões e da alta finança que tem da ética e da democracia uma visão longínqua.

 

 

Ontem, um SE da saúde acusou a ordem dos médicos de "parecer um sindicato". Mas estes governantes queriam o quê? Atingiram os do costume por vício e norma, governaram para além da legalidade e esperavam que as instituições existentes não defendessem o que consideravam justo? Afinal, e se estamos em estado de excepção, até podem agradecer a brandura dos atingidos.

 

 

 

 

Ainda hoje a comunicação social faz eco das conclusões do relatório do Observatório Português dos Sistemas de Saúde que são arrasadoras para o Governo: "ignora o sofrimento das pessoas", "síndroma de negação do efeito da crise na saúde" e por aí fora.

 

Portugal é governado por um grupo fora-da-lei que transformou o país numa coutada dos interesses mais egoístas.