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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

krugman acusa durão barroso

26.05.14

 

 

 

 

 

Em Sintra, Krugman concluiu que a zona euro está em "estado de negação". O economista aludiu à gravidade da possível deflação na Europa e acusou a Comissão Europeia da promoção de políticas erradas, nomeadamente em Portugal.

 

Por sua vez, Durão Barroso responsabiliza os Governos pelo estado a que chegámos. Ou seja, onde está o discurso triunfalista da campanha eleitoral? Afinal, ninguém discorda que estamos em plano inclinadíssimo e com políticas erradas.

 

 

 

 

 

 

 

"a escola que conhecemos vai desaparecer"

26.05.14

 

 

 

 

 

"A escola que conhecemos vai desaparecer" é o título de uma notícia sobre uma palestra de António Nóvoa no Brasil que pode ler aqui. Num tempo de absolutização do presente e de supressão do futuro, há quem arrisque adivinhar o que aí vem com ideias polémicas que merecem uma leitura atenta e o necessário debate.

 

 

 

 

das eleições europeias (2) - assis & rangel

26.05.14

 

 

 

 

 

 

 

 

A imagem que colei no post foi a primeira que me apareceu na mente quando o PS anunciou Assis como cabeça de lista num post que intitulei de "Assis & Rangel". 

 

Estou mais atento às questões da Educação. Assis, para além de um "Lurditas D´Oiro", passou três anos quase a subscrever o para além da troika. Vinte e quatro horas depois de ser anunciado candidato, o seu discurso inclinou cento e oitenta graus. 

 

E se formos analisando os componentes da lista do PS, não diferem muito de Assis. Maria João Rodrigues, a número dois, ainda recentemente afirmou que "o principal problema português é a ausência de modelos de avaliação, com uma alusão às políticas do seu partido, que, disse, encontraram resistências em interesses instalados. Como professor, senti logo um arrepio".

 

Enfim. O legado dos últimos governos do PS ainda estão bem presentes e há demasiada gente a viver na estratosfera.

 

 

 

das eleições europeias (1) - a revisão constitucional e o futuro

26.05.14

 

 

 

A percentagem de votos no arco da governação, e a manter-se nas próximas legislativas, já não lhes permite mudar a constituição. Estão cada vez mais longe dos 66,6%. É evidente que a soma do PS com o PSD nem aos 60% chega e o CDS já deve ir no meio-táxi, qualquer coisa entre o BE e o Livre.

 

A ideia de um bloco central, que acordaria uma revisão constitucional para ainda mais austeridade, pode ser desastrosa e abrir caminho a uma ditadura. 

 

É exactamente este cenário que quem quiser ganhar eleições para governar com estabilidade tem que contrariar. Para isso, necessita de uma liderança com provas dadas e que não assuste os eleitores ao negociar com as forças que estão fora do arco governativo.