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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

começou no "país de tanga"

11.04.14

 

 

 

 

 

Os cortes a eito na escola pública começaram com o Governo do "país de tanga" e não pararam. Durão Barroso deu corpo à agenda de "tudo está mal na escola pública" e os sociólogos, acompanhados de eduqueses I e II (como é o caso de Crato), perpetraram uma engenharia social que os tornou estrelas financeiras para a malta ultraliberal onde se incluem socialistas de terceira via e sociais-democratas desmemoriados ou com passagem oculta pelo BPN.

 

Os professores do ensino não superior são de longe o sector mais arrasado (o adjectivo já não choca, pois não?) da administração central (eram, grosso modo, 160 mil nas escolas públicas quando Durão Barroso tomou posse e hoje são já menos de 100 mil) e o encerramento de escolas assumido pelo arco governativo (que foi muito para além do imperativo de modernização da rede escolar) no norte e no interior do país atingiu os milhares e beneficiou da palidez dos cidadãos e dos respectivos autarcas de todas as cores e feitios. Este estranho fenómeno continuará no próximo ano com mais 200 abatimentos para incentivar a natalidade.