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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do perdão das dívidas

14.03.14

 

 

 

 

A agenda dos credores da dívida portuguesa tem mais uma falácia: o perdão da dívida alemã, depois da segunda guerra mundial, foi de Estado para Estado enquanto a dívida portuguesa é do Estado para privados.

 

A perplexidade situa-se nos privados. Querem ver que em Portugal não há privados a dever, que a banca pública não financia a banca dita privada ou que os credores privados não estão encostados aos Estados. Perguntem à Reserva Federal norte-americana qual foi a quantidade de dólares que injectou nos predadores que provocaram a crise financeira de 2008. É que são esses os compradores maioritários (e sistémicos) da dívida portuguesa que foi a mais lucrativa do mundo em 2012.

 

 

 

 

isto já é gozar

14.03.14

 

 

 

O FMI, que anda a dizer que tirou mais aos ricos, considerou que as classes médias, que iam respirando nos países mais pobres da Europa, eram ricas e decidiu nivelar por baixo em termos salariais.

 

E ao contrário dos seus estudos, os ricos nesses países vão ganhando cada vez mais a começar pelos banqueiros e pelos directores executivos das empresas monopolistas. Para acentuar a provocação, a ministra das finanças "não vê a troika como um problema". Dá ideia que são declarações articuladas com o Gaspar do FMI.