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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

pensar, escrever, corrigir e publicar

10.02.14

 

 

 

 

Sou um leitor intermitente das crónicas de Frei Bento Domingues no Público, mas espreito sempre o título e as lides (o aportuguesado de lead).

 

Uma das crónicas de Abril de 2009 foi muito pertinente e não a esqueci. Escreveu o autor, mais ou menos, claro, que no que levamos de milénio as pessoas inverteram a sequência que escolhi para o título. Dá ideia que primeiro publicam e depois fazem o resto. Com os bloggers é quase impossível não acontecer o mesmo.

 

Vem isto a propósito das gralhas e dos erros, da economia de caracteres que persegue os bloggers e da velocidade de publicação. Com os últimos posts tem sido assim e peço desculpa a quem passa por aqui. Prometo ser mais cuidadoso.

 

a verdade inconveniente alastra-se

10.02.14

 

 

 

 

 

 

 

As relações público-privado no sistema escolar entraram num processo de sucessivas queixas-crime por indícios de peculato e abuso do poder que não se restringem ao Grupo GPS. As reportagens da TVI, e a verdade inconveniente transmitida, não foram em vão nem sequer especulação informativa.

 

Vamos aguardar pelo veredicto da justiça e pelas decisões políticas. O MEC tem "jurisprudência" suficiente na relação com o ensino privado nos mais variados graus de ensino.

 

 

 

 

 

 

da praxe e do negócio

10.02.14

 

 

 

 

Vi a capa do DN de ontem numa área de serviço e não estranhei o título sobre a polémica das praxes. Não tenho feito posts sobre o assunto, mas vou captando alguns discursos. Estranhei, sou franco, o fervor com que se defendeu a tradição e a história das praxes. Pareceu-me que a tal lógica gananciosa tinha alguma relação com a coisa. O mercado está em todo o lado. Também me deixou perplexo a mistura das serenatas coimbrãs com o processo praxista. Ao que julgo saber, são manifestações académicas que não se relacionam. 

 

Sei que é matéria delicada para proibir, mas há um detalhe que considero primordial: nenhum jovem pode ser beliscado por recusar a suposta tradição e têm que ser garantidas as condições para o mais elementar exercício da liberdade.