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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

supertite? mais uma grande treta

04.02.14

 

 

 

 

 

Precisava de colar um objecto e uma loja chinesa era o lugar mais próximo para o trajecto pedonal. As experiências anteriores foram inesquecíveis: uma lâmpada de baixo consumo que durou duas horas e uma fritadeira em ferro fundido que inundou de tinta preta o óleo da primeira utilização; lá se foi o "ferro fundido" e a chapa era tão fina que nem sei se aguentava uma dedada. Reclamei, mas até me diverti com o ploplietálio.

 

Não havia supercola, mas a supertite era equivalente. Só o nome dava logo para desconfiar. O marketing desta contrafacção é risível. A confusão entre adesivo e cola é que devia ter sido definitiva. A urgência fez-me trazer um material que se revelou desconhecido. Nem papel cola. Não faz nada; literal. É uma espécie de manteiga que fica elástica ao secar. Nem para adesivo serve. Se se cruzar com a supertite, já sabe: diga ao ploplietálio que vá enganal outlo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

recortes

04.02.14

 

 

 

 

 

Recebo recortes da imprensa escrita, o que agradeço, que se referem à mediatizada privatização do sistema escolar. Há bastante informação escrita sobre o assunto. Dois dos recortes referem questões algo singulares.

 

Apesar do assunto ser nacional, o silêncio tem sido quase uma regra. Há explicações. Um dia, lá mais para a frente, darei conta do que penso sobre isso a partir do caso que conheço melhor. Será um contributo para a elevação da democracia.

 

O Diário Económico de 29 e Janeiro de 2014 publica uma tabela com números interessantes. Também pode aceder ao documento aqui.

 

 

 

 

O Jornal de Leiria de 31 de Janeiro de 2014 destaca a acção dos professores das Caldas da Rainha e não se pense que esses cidadãos não são alvo de incomodidades por causa do exercício democrático. Mas leia a opinião da jornalista.

 

 

 

 

 

 

 

do lado de fora

04.02.14

 

 

 

 

 

Não me surpreendi quando o orador apontou o outsourcing (que é predominante nas tecnologias da informação e nos respectivos sistemas) como uma das decisões que mais desvantagens associou ao mundo organizacional na modernidade e que mais contribuiu para a hecatombe da industria mais florescente desse período recente da nossa história: a financeira. Comprovou-se que a opção pela fonte exterior é também uma auto-certificação de incapacidade.

 

O que de mais precioso uma instituição pode ter é a liberdade de agir sobre os seus sistemas de informação.

 

O outsourcing em sistemas de informação satisfazia o novo grupo de stakeholders das organizações modernas: os accionistas. O bem-estar destes investidores resumia-se aos lucros obtidos que subiam sempre que havia uma redução de profissionais. Essa decapitação cerebral levou a que a decisão sobre os detalhes da informação a obter passasse para fora, por mais partilhado que fosse o período de análise dos sistemas; os decisores do exterior podiam sempre responder: "é uma boa ideia, realmente, mas é impossível de concretizar".

 

Essa dependência do exterior na definição da informação que deve ser obtida na rede para suporte à tomada de decisões revelou-se fatal e generalizou-se. São poucas as administrações que têm condições para definirem verdadeiramente os campos da informação e dá ideia que o assunto entrou nas campanhas eleitorais.