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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

tempos de mudança?

07.11.13

 

 

 

Em tempos recentes, ouvi Isabel Soares defender as políticas educativas que nem uma Lurditas D´Oiro numa época em que os financiamentos ao ensino cooperativo atingiram um pico histórico. 

 

A sua declaração recentíssima, que encontrei no facebook, pode indicar uma qualquer mudança de rumo?

 

 

“Nunca tive qualquer tipo de contrato de associação por opção própria. O Estado deve apoiar o ensino público. Tenho 100 alunos de graça, a quem o colégio atribuiu uma bolsa de estudo. Esses contratos de associação surgiram de uma lei de 1980, quando não havia escolas na maior parte do País. Hoje há uma rede de escolas em quase todo o País e os contratos de associação devem ser revistos caso a caso. Como pedir aos portugueses que haja cortes na escola pública, nas pensões, nos salários e não haja cortes neste sector?”

Isabel Soares, directora do Colégio Moderno, in RTP 1





eua

07.11.13

 

 

 

 

Um texto de António Câmara aqui.


 

"Vivi dez anos nos Estados Unidos da América estudando e trabalhando em universidades de primeiro plano. Perguntam-me frequentemente se não tenho saudades desses tempos.

Prefiro viver em Portugal, mas sinto a falta de três características únicas dessas universidades:

- O ambiente de fronteira. No MIT, por exemplo, sentimos que fazemos parte do grupo de exploradores que está a descobrir o futuro.

- A informação por osmose. Numa universidade americana de topo não é necessário ler artigos de revistas. Através de contactos com colegas recebemos, sem esforço, a informação sobre os avanços decisivos no nosso campo.

- E finalmente, o sistema de referenciação. Se conseguimos resultados novos, existe uma rede informal que nos recomenda aos líderes da área e, em alguns casos, a clientes e até investidores.

Nas últimas décadas, Portugal aproximou-se da fronteira e de um ambiente de conhecimento distribuído. Mas continuamos com uma enorme dificuldade em reconhecer o talento dos outros."




sucedem-se os episódios da devassa

07.11.13

 

 

 

 

 

A prova de avaliação dos professores até já faz o destaque de primeiras páginas. Não há país na Europa que trate tão mal os seus professores.

 

Se for verdade que houve sindicatos a negociarem com o MEC o dia da prova, os professores têm o direito de saber quais foram para agirem em conformidade. Os princípios não obedecem a calendários. Uma situação destas não passa pelo dia da prova, a não ser na mente de quem não a vai realizar ou não põe os pés numa escola ou sala de aula.