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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos consensos

16.09.13

 

 

 

Há uma batalha mediática que os professores e a escola pública já venceram: não há comentador que não conclua: se diminui o número de alunos (não é bem assim, mas enfim) deve reduzir-se o número de alunos por turma. Falta passar da teoria à prática e no ano lectivo que se inicia já não é possível. Mas o que será de todo intolerável, é que se espere por Junho de 2014 para exigir a reposição da qualidade de ensino.

 

 

da insuportável repetição

16.09.13

 

 

 

 

 

Nuno Crato deve estar, pelo menos, no estado de épochè em relação às políticas que inaugurou ou aprofundou, mesmo que se venha a justificar que as desenhou como sub-SE-adjunto das finanças, e, sempre que pode, responsabiliza os professores pela parte maior do sucesso escolar dos alunos.

 

Se os professores fossem corporativos aceitavam o elogio e faziam valer os créditos que os sucessivos ministros lhes atribuem. Mas sabem que não é assim e que a sociedade desempenha o papel primeiro e fundamental. É evidente que há professores com uma soberba tal que passam a mensagem que sem eles o mundo seria outro. É verdade que sim. Recordo-me do monstro da avaliação de professores e transcrevo o final deste post que escreviem 21 de Janeiro de 2009:

 

"(...)Contudo, foi possível identificar um conjunto denominado de boas práticas que tornava "exequível" aquilo que depois se provava ser inaplicável: é essa uma parte crucial da história recente da avaliação do desempenho dos professores e do seu arrastamento insuportável. Quando se tentou perceber as boas práticas das escolas ditas de referência, o ridículo eliminou rapidamente a visibilidade mediática que se quis impor.

 

Também, por precaução, se deixou de falar nisso."