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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

na linha da frente (2)

06.06.13

 

 

 

 

 

 

O conselho de ministros foi hoje suspenso porque o Governo está à espera das negociações entre o MEC e os sindicatos de professores que se estão a reiniciar. Em causa estão também os diplomas da função pública.

 

Era previsível que os professores estivessem nesta linha da frente como escrevi há dias neste post que termina assim: "(...)Mais uma vez a "festa" da luta começou com os professores e com os seus sindicatos. Os outros grupos profissionais, a maioria com menos voz, esperam pelos resultados. Os professores esperam que os seus sindicatos não os voltem a trair e que quem aspira a governar diga ao que vem e sem mentir.(...)".

 

Nesse post escrevi ainda:

 

 

 

e a prestação de contas, senhores?

06.06.13

 

 

 

 

 

 

É inadmissível que o FMI venha com falinhas mansas assumir a maior transferência de recursos financeiros da História das classes média e baixa para a alta. A prestação de contas destes arautos da accountability dos outros resume-se a isto?

 

Foi na Grécia, em Portugal, na Irlanda, na Itália, na Espanha e muito provavelmente na maioria dos países do ocidente que a corrupção fez lei através dos offshores e dos paraísos fiscais. Há milhões de pessoas com a vida arrasada por causa dos erros desta gente sem rosto que se movimenta na nuvem e na internet. A esquerda está naturalmente à deriva e é exactamente pela falta de rosto dos predadores.

 

No sistema escolar português o actor da tragédia vai-se revelando a cada passo. Os injustos cortes a eito criaram uma situação dramática que terá nos próximos tempos desenvolvimentos decisivos.

da blogosfera - santana castilho

06.06.13

 

 

 

 

Os três pastorinhos e a greve dos professores


"(...)Rejeito a modéstia falsa para afirmar que poucos como eu terão acompanhado o evoluir das políticas de educação dos últimos tempos. Outorgo-me por isso autoridade para afirmar que é irrecuperável a desarmonia entre Governo e professores. A confiança, esse valor supremo da convivência entre a sociedade civil e o Estado, foi definitivamente ferido de morte quando a incultura, a falta de maturidade política e o fundamentalismo ideológico de Passos, Gaspar e Crato trouxeram os problemas para o campo da agressão selvagem. Estes três agentes da barbárie financeira vigente confundiram a legitimidade eleitoral, que o PSD ganhou nas urnas, com a legitimidade para exercer o poder, que o Governo perdeu quando escolheu servir estrangeiros e renegar os portugueses e a sua Constituição.(...)"