Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ai se o estado falasse

26.04.13

 

 

 

 

O Estado tem sido tão vilipendiado e acusado de malfeitorias tal que se as suas paredes falassem nem sei o que aconteceria ao pântano em que mergulhou a sociedade portuguesa.

 

A advocacia de defesa do Estado já nem vai ao tempo em que português que se prezasse sacava ao bem comum, mesmo que em pequena escala, e que quem não o fizesse era minorado socialmente. Assistimos a um tempo que duvido que tenha paralelo tal o grau de corrupção e de "encostados" ao orçamento que não perdem uma oportunidade para zurzir no "malfeitor".

 

Há uma espécie de praga que vai das PPP´s aos swaps, passando por estudos, pareceres, reformas, ajudas de custo e por aí fora e em escalas para todos os gostos.

 

O espectáculo está insuportável. Cansa ver tanto oportunismo e é suficiente passar os olhos pelos sites dos jornais de referência. Detesto os discursos imaculados, mas há alturas em que o basta entra em moda. Também aqui há nojo suficiente para todas as escalas. Nem o "salve-se quem puder" justifica tanta mediocridade. Há quem se passe para todas as latitudes e longitudes com a ideia da invisibilidade e desprezando a inteligência alheia. Espera-se que o tempo faça das suas.

processo a uma jornalista

26.04.13

 

 

 

 

 

A jornalista Ana Leal, que conduziu a célebre reportagem TVI sobre um grupo de ensino "privado" em Portugal, foi suspensa e impedida de entrar nas instalações do canal de televisão por causa doutra reportagem. Seguiremos o caso com toda a atenção.

 

 

Jornalista Ana Leal suspensa e impedida de entrar na TVI

"A jornalista da TVI Ana Leal recebeu esta manhã uma nota de culpa, no âmbito de um processo de inquérito, e está suspensa e impedida de entrar nas instalações da Estação de Queluz de Baixo até à conclusão do processo disciplinar.(...)"

 

outros esquerdistas despesistas

26.04.13

 

 

 

 

Quem escreveu que foram despedidos mais de 10 mil professores no verão de 2012 foi rotulado de esquerdista radical, sensacionalista e outras coisas do género.

 

International Herald Tribune, a versão global do New York Times, vê a assim a Educação na anlálise ao que sobra de Portugal após a austeridade:

 

"(...)Educação comprometida 

 

A educação é o tema subsidiário em que o artigo do IHT se detém para avaliar o estado da economia portuguesa. O despedimento de 15 mil professores, cortes nos orçamentos das instituições que reinstituíram os valores de 2001, e ausência de investimento em remodelação asfixiam, de acordo com os entrevistas, o ensino presente e comprometem a continuação da melhoria do sistema de ensino, identificado como um dos mais fracos da Europa.

Os entrevistados citados pelo IHT acusam o FMI de fazer cálculos errados e de só se interessar por um ponto de vista economicista, esquecendo as vidas das pessoas afetadas pelas medidas de austeridade.(...)"