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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dilemas e actualidades

18.04.13

 

 

 

 

 

Chegam relatos de uma multidão de professores à beira de um ataque de nervos, com a agravante de muitos enfrentarem o dilema descrito por Samuel Beckett em Watt (ficção em prosa):



"Pensar, quando já não somos novos, quando ainda não somos velhos, que já não somos novos, que ainda não somos velhos, não é coisa pouca".

dos professores e da história

18.04.13

 

 

 

 

Podia deixar apenas uma ligação para este post, de leitura obrigatória, do Paulo Guinote sobre a História da profissionalidade dos professores, mas não quero perder a informação.

 

Há por aí uns descomplexados competitivos, que propalam o desprezo pela História, que argumentam como esquerdista, despesista, sindicalista e corporativista a redução da componente lectiva dos professores à medida que a idade avança.

 

Não gosto de comparar profissões, mas conheço bem a que exerço e defendo essa redução do mesmo modo que as empresas que se prezam dão folgas de dias a quem exerce a sua profissão por turnos ou até às conquistas fundamentais e inquestionáveis do Direito do trabalho.

 

O que o Paulo Guinote publicou, e que pode ler aqui, é um documento que enquadra a profissão de professor nos anos trinta do século passado em que a ideologia dominante estava nos antípodas das esquerdas diabolizadas pelos fanáticos do Estado mínimo.

 

 

 

 

Actualização às 20h05: o Paulo Guinote fez mais um post de leitura obrigatória sobre o leque salarial no mesmo período, onde se constata que as diferenças salariais eram muito mais acentuadas.

pois

18.04.13

 

 

É preciso muita paciência para tanto desvario, realmente. Todos sabemos que os aparelhos, e os seus satélites, do denominado arco de poder também se alimentam nas empresas públicas, nos gabinetes diversos e nos estudos de mais do mesmo encomendados a grupos e a grandes escritórios de advogados.

 

E depois os cortes incidem sempre nos do costume. O subsídio de férias passou a ser de Natal, naquela versão muito conhecida de que é Natal sempre que um homem quiser.