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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

coisas que se repetem

11.04.13

 

 

 

 

Nuno Crato deve estar, pelo menos, no estado de épochè em relação às políticas que inaugurou ou aprofundou, mesmo que se venha a justificar que as desenhou como sub-SE-adjunto das finanças, e começa a responsabilizar os professores pela parte maior do sucesso escolar dos alunos. Já Lurdes Rodrigues usou o mesmo estratagema quando começou a registar o espalhando das suas epifanias.

 

Se os professores fossem muito corporativos aceitavam o elogio e faziam valer os créditos que estes ministros lhes atribuem. Mas sabem que não é assim e que a sociedade desempenha o papel primeiro e fundamental. É evidente que há professores com uma soberba tal que fazem passar a mensagem que sem eles o mundo seria outro. É verdade que sim. Recordo-me do monstro da avaliação de professores e transcrevo o final deste post que escrevi em 21 de Janeiro de 2009:

 

"(...)Contudo, foi possível identificar um conjunto denominado de boas práticas que tornava "exequível" aquilo que depois se provava ser inaplicável: é essa uma parte crucial da história recente da avaliação do desempenho dos professores e do seu arrastamento insuportável. Quando se tentou perceber as boas práticas das escolas ditas de referência, o ridículo eliminou rapidamente a visibilidade mediática que se quis impor.

 

Também por precaução se deixou de falar nisso."

o desesperado e o aquecimento financeiro

11.04.13

 

 



François Hollande parece desesperado com o desvario bancário (para sermos brandos, claro) que o rodeia. O responsável financeiro pela sua campanha tinha muito mais capital do que o declarado e usava os paraísos fiscais. Sabe-se que utilizou uma das "mecas" dos ultraliberais: Singapura; veja-se lá como gente tão severa com os costumes dos fracos se dobra até mais não com o capital sem cor. Veremos até que ponto o presidente francês está envolvido na questão.

 

Para já, o que se evidencia é uma operação "mãos limpas" como nunca se fez em Portugal.

 

 

Hollande declara guerra a paraísos fiscais e obriga ministros a revelar património