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Correntes

em busca do pensamento livre

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a notícia do dia

27.03.13

 

 

 

Convenço-me que a notícia marcante do dia é a que nos diz que "depois da Grécia, as atenções voltam-se para o Luxemburgo".


Já todos percebemos que há um poder financeiro que age a uma velocidade incontrolável e que é insaciável com as classes média e baixa. Entre o trio que explica a economia - salários, lucros e rendas - apenas o enunciado em terceiro lugar é "intocável" para a ganância. Sabe-se que não é fácil governar, mas o que está mais do que provado é que não se pode estar dos dois lados em confronto e aos mais diversos níveis: do global ao local.


"A crise do Chipre alertou os europeus para o risco potencial de países cujos setores bancários e financeiros estão hiperdimensionados em relação ao seu Produto Interno Bruto. Há vários exemplos na UE, mas o que mais atenção está a despertar é o Luxemburgo, onde os depósitos representam 2500 por cento do PIB, um valor muito superior ao de todos os outros Estados da Zona Euro, incluindo Chipre onde essa mesma marca ronda os 700 por cento. Este “apontar do dedo” já fez com que o Governo luxemburguês viesse a público para tentar afastar qualquer comparação entre os dois países.(...)"


dos donos do mundo (6) - a austeridade

27.03.13

 

 

 

 

 

 

 

A crise é artificial, a austeridade o problema e não a solução e a Alemanha o obstáculo, disse, salvo erro, Joseph Stiglitz. Julgo que quando o economista referiu a Alemanha estava a pensar nos seus grandes bancos que operam quase ao nível do Goldman Sachs.

 

saque às classes média e baixa é o primeiro objectivo da crise, embora haja ricos que também denunciam os actos ilícitos. A austeridade é o meio de crime. A Grécia é o alvo mais visível. Só um governante ignorante ou comprometido como os predadores pode dizer que o seu país não é a Grécia.

 

 

 

Pode saber tudo nesta excelente reportagem.