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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do ultraliberalismo ao goldman sachs

18.03.13

 

 

 

A crise europeia evidencia uma queda do ultraliberalismo e de uma das escolas associadas: a do Goldman Sachs. Draghi viu a sua missão, a confiança bancária, severamente abalada com o caso Chipre, Monti passou à história e os enviados para solo lusitano, Borges, Moedas e Gaspar, estão ao nível de um astrólogo (com todo o respeito para quem se atreve a adivinhar o futuro). Isto é bom ou mau? É duplamente mau e era previsível, como foi nos EUA com a queda de 2008. Mas os europeus são mais conservadores, mais lentos e mais estáticos.

é bom que se sublinhe

18.03.13

 

 

 

 

 

Decorrem as avaliações de alunos do final do 2º período e, como é sublinhado neste post do Paulo Guinote, deve recordar-se que o artigo 42º do Estatuto do Aluno é taxativo e devia sossegar o inferno de invenções de má burocracia que alimentam a cultura organizacional de muitas escolas.






dos fracos não reza a história?

18.03.13

 

 

 

 

 

 



Rescisões amigáveis: são 213 mil os funcionários públicos menos qualificados

 

"Passos Coelho confirmou que o programa de rescisões vai começar pelos assistentes técnicos e operacionais, mas não avançou com números. No final de 2012, havia mais de 213 mil funcionários nestas funções.(...)"

 

 

Conheço bem o sistema escolar e está mais do que comprovada a gritante incompetência administrativa do MEC no tratamento da informação. É natural que se chegue a esta altura com um sistema administrativo em aguda entropia e que quem continue a sofrer com isso sejam os profissionais das escolas.

 

Aliás, tem sido sempre assim como se certifica neste post que escrevi em 11 de Fevereiro de 2011 e que intitulei como "Sem Voz".

 

 

"Alunos, professores e encarregados de Educação são actores com voz. Todavia, as escolas também se erguem por força da acção de uma pequena legião sem palavra: os assistentes administrativos e os assistentes operacionais (outrora designados por auxiliares de acção educativa; há até quem diga, que a mudança de nome lhes deu um super-poder tal que desempenham o papel de três dos que tinham a anterior designação).

 

Nem adianta chamarem-me populista por causa deste post. As inúmeras pessoas com essas funções que comigo privaram ao longo de anos podem vir aqui acusar-me; os outros não.

 

Estes actores do universo escolar não têm voz. Os sindicatos, mesmo os que têm mais sócios, defenderam uma proposta insana para os professores: um prémio pecuniário anual aos professores que se destacassem em cada escola ou agrupamento. O que me traz aqui é um acto da mesma família.

 

Belisque-se. Fique a saber que há escolas e agrupamentos no sistema público escolar de Portugal, que atribuíram, em pleno 2010, um 15º mês de salário aos dois assistentes operacionais que mais se destacaram. É só imaginar o efeito devastador que este cinismo manipulador tem no curto e no médio prazos na atmosfera relacional. Este tipo de políticas colocaram as democracias nos limites da sobrevivência. Estamos a insistir na construção de um sistema que urge derrubar e que empurra as pessoas para coisas destas."