Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

nova inundação

10.03.13

 

 

 

 

De vez em quando até há um hiato, mas a regra é a parametrização das economias mundiais pelas agências de raiting. Esta semana, a Fitch ocupou-se da nossa agenda mediática e ouvi vários noticiários da estatal Antena 1 abrirem com estes comprovados servidores dos especuladores financeiros. Na semana passada foi a Standard & Poor´s com uns anexos do Goldman Sach´s.

 

E tem piada que os comentadores, como há pouco Marcelo Rebelo de Sousa, antecedem ou acrescentam a informação com os seguintes: vale o que vale, sabe-se da sua falta de rigor em tempos recentes, estão em maus lençóis com a administração Obama, erram muito e sempre para os mesmos interesses e por aí fora. É estranho, porque anexam sempre a sentença: não podemos fugir à sua classificação. Agências tão descredibilizadas e com tanta influência só podem servir interesses muito poderosos.

mais sinais "alarmantes"

10.03.13

 

 

 

E depois não se diga que são os tremendistas e esquerdistas radicais que avisam com a possibilidade de mais uma grande guerra. Os sinais de totalitarismo estão presentes há muito e os professores portugueses não se têm cansado de evidenciar. Temos criado um caldo propício ao terror, ao instituirmos modelos como o de avaliação de professores. É como com a corrupção: é a soma de inúmeras pequenas corrupções que caucionam a grande corrupção. Que saiba, Jean-Claude Junker não é português nem professor e nem sequer pode ser considerado como não defensor do status quo que nos trouxe até aqui.

 

Junker: "Os demónios de uma guerra europeia estão apenas a dormir"


"O primeiro-ministro do Luxemburgo e ex-chefe do Eurogrupo, Jean-Claude Junker, acredita que a crise europeia pode resultar numa futura guerra, segundo a revista alemã Der Spiegel.

«Quem acredita que a eterna questão da guerra e paz na Europa não pode voltar a ocorrer, está completamente errado. Os demónios não desapareceram, estão apenas a dormir, como foi demonstrado pela guerra na Bósnia e no Kosovo», disse, comentando os efeitos da crise sobre a sociedade.

«A maneira como alguns da política alemã se têm referido à Grécia, um país severamente atingidos pela crise, deixou feridas profundas na sociedade helénica. Da mesma forma, assustou-me ver manifestantes em Atenas dar as boas-vindas à chanceler alemã, Angela Merkel, envergando uniformes nazis. De repente ressurgem ressentimentos que se pensava terem ficado completamente para trás. Também a campanha eleitoral italiana foi excessivamente anti-alemã e anti-europeia», disse na entrevista à revista.(...)"


do interior

10.03.13

 

 

 

Quando alguém argumenta com o fantasma do nazismo, há sempre umas vozes que classificam o orador como injusto, exagerado, desconhecedor, complexado não competitivo e por aí fora.

 

Ora leia o que Helmut Schmidt disse, algures na década de oitenta do século XX, a Belmiro Azevedo (página 21 da P2 de de 10 de Março de 2013). É uma opinião do interior de Alemanha e de quem não pode ser acusado de desconhecer o país.

 

 

 

a direita portuguesa"navega à vista"

10.03.13

 

 

 

E, se me permitem, com Passos Coelho ao leme. As inverdades da campanha eleitoral foram impreparação da família da tirada do "salário mínimo". Às tantas não mentiu e não passa de mais um trapalhão. É grave e perigoso na mesma. Dá ideia que Passos Coelho ouve umas coisas, mas que estudou pouco e que andou por empresas que desqualificam a economia.

 

 

Cortesia do Carlos VC.