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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da história do pragmatismo

01.02.13

 

 

 

 

 

As questões de "ser" e"dever ser" atravessam a História e a economia política não foge a issoSe Adam Smith é considerado uma espécie de pai do Liberalismo e do primado do individual, Marx e Keynes surgem, mais o primeiro, claro, como a outra categoria da contradição.

 

Quando as lutas sociais atingem picos, como acontece na sociedade portuguesa, são comuns as críticas aos que se movem apenas por interesses particulares. Tenho percebido que não escapamos a esse pragmatismo e principalmente quando o triunfo do Liberalismo, ainda por cima prefixado com o ultra ou o neo, parece afirmar-se ainda sem contraditório modelar.

 

Quem desenha formas de contestação a essa totalidade tem de equacionar que os humanos vão paulatinamente assumindo as tendências da corrente dominante, nem que seja como mecanismo de sobrevivência, como sublinhou Adam Smith (2010:63) em Riqueza das nações, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

 

 

 

editorial (19)

01.02.13

 

 

 

 

 

 

 



Este edtorial é quase igual ao 13.

Reescrevi-o, mas pouco.

 

 

 

 

Tenho um blogue porque gosto. A coerência não dogmática é um dos lemas que persigo. A defesa do poder democrático da escola, e de outras questões cívicas, desassossega-me a alma, estimula-me a escrita e exige-me, mesmo que raramente, a ultrapassagem do limiar da leveza. Por vezes, vejo-me no centro de um qualquer turbilhão. Como é a consciência que comanda as emoções e racionaliza as decisões, saio mais construído do que quando entro. As coisas pequenas ocupam o lugar da indiferença.

 

Não me dispo do aconchego aos meus, nem da minha pele, como todos nós e procuro que não sejam atingidos pelas ondas de choque. Tomo posições que considero justas, mesmo que não me facilitem a vidinha. Aprecio a responsabilidade individual. Só me envolvo no que me apetece e não me preocupo com as leituras exteriores. Sei com o que posso contar e até me divirto o suficiente. Sei, naturalmente, que muito leitores são locais. Associar os posts ao que se passa no sítio onde resido é um devaneio que me escapa. Já disse mais do que uma vez: tenho mais vida.

 

Sempre assinei os textos que publiquei nos diversos suportes e nunca escrevi por encomenda. Identifico-me nos comentários que insiro na blogosfera. Este editorial sublinha a minha não militância e independência.