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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

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fim dos jornais impressos?

17.01.13

 

 

 

 

 

 

 

Sentirei falta dos jornais impressos e não sei avaliar os riscos para a democracia dessa mudança tecnológica. Até aqui, e pensando na rádio, o mundo da comunicação alargou-se com o desuso desse meio, mas o registo sobreviveu. Espero que a situação não seja tão drástica como se anuncia. Não estou a ver como sobreviverão jornais como o JL e mesmo os diários e semanários de referência terão a vida muito dificultada.

 

Compro e assino alguns jornais, mas não são raros os dias em que nem lhes toco e vão directos para a reciclagem. Por isso, há muito que me deixei da aquisição diária e mesmo o Público ficou para a sexta-feira e fim-de-semana e actualmente só para a segunda opção. Imagino as dificuldades de quem gere essas empresas, para além da natural baixa das receitas com publicidade. A única coisa que posso garantir como consumidor é que efectuarei as assinaturas online.

 

Compreendo quando Balsemão acusa o Governo e "(...) apela a consenso para fazer os motores de busca pagarem uma contribuição aos autores pelos conteúdos que agregam.(...)". Não é justa a situação actual, em que os motores de busca recebem avultadas quantias em publicidade através das pesquisas que vão parar a conteúdos produzidos por outros.

 

"Corremos o risco de não ter jornais impressos dentro de alguns meses", avisa presidente da ERC

onde estavam?

17.01.13

 

 

 

Já vi respostas muito embaraçadas à pergunta "onde estava no 25 de Abril de 1974?". No dia em que se noticiam mais 67 mega-agrupamentos aparecem umas quantas estruturas a denunciar o que podiam ter evitado em 2008 e 2009 (o Governo de então estava "encostado às cordas" e até aceitava o despesismo de aumentos salariais). Já cansa escrever sobre este assunto e por isso deixei o linque anterior.

 

O pdf com as novas agregações escolares tem duas colunas. Uma delas inclui o número de alunos. Essa variável só é decisiva para quem não conhece o terreno e para quem ignora que o modelo de gestão escolar é o principal instrumento para que tudo corra ainda pior e como já se comprovou. É evidente, todavia, uma regra: quanto maior pior.

 

Não tarda e tudo terá de ser refeito para além de se eliminar a massa crítica do MEC que não descansa enquanto não existir um agrupamento por concelho na lógica que descrevi no primeiro linque indicado.

 

Pais e professores contra novos agrupamentos de escolas