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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

nada de novo

21.12.12

 

 

 

 

 

Os cortes nos professores foram muito para além da troika e contribuíram de forma determinante para o decréscimo de funcionários públicos. Acordou-se um ajustamento de 2%, mas o sector educativo fez com que o número subisse para 5,1%.

 

O relatório, hoje apresentado, da sexta avaliação da troika, também menciona que o"(...)custo médio por turma no ensino básico a que chegou foi de 70.256 euros, inferior aos 85.200 euros por turma que o Estado está a pagar aos colégios com contratos de associação. No secundário, o custo por aluno no ensino público sobe para 88.995 euros. Grande parte das 1846 turmas actualmente com contratos de associação é do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.(...)".


Espera-se pelas decisões de um MEC que tem sido destemido em empurrar para a "fuga" os professores mais experientes, mas que subiu, como uma das primeiras medidas, de 80000 euros para 85200 euros o valor pago por turma às cooperativas de ensino.

 

 

Saídas na educação permitiram ir muito além do acordado com a troika

 

"A saída de professores do quadro para a reforma levou a que a meta de redução de funcionários públicos acordada com a troika para este ano fosse largamente ultrapassada, indica-se no relatório da sexta avaliação da implementação do programa de ajustamento, divulgado nesta sexta-feira.

 

Portugal comprometera-se a reduzir em 2% o número de funcionários públicos mas, na prática, e “devido principalmente às saídas no sector educativo,” a redução foi de 5,1%, explicita-se no relatório.

 

(...)O custo médio por turma no ensino básico a que chegou foi de 70.256 euros, inferior aos 85.200 euros por turma que o Estado está a pagar aos colégios com contratos de associação. No secundário, o custo por aluno no ensino público sobe para 88.995 euros. Grande parte das 1846 turmas actualmente com contratos de associação é do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.(...)"

 

dos mesmos

21.12.12

 

 

 

Os Midas invertidos que contaminaram por umas décadas as ideias de parceria público-privado, fundação, cooperativa de ensino, organização não governamental e organização das nações unidas, são os mesmos que deitam por terra a jóia da coroa dos seus mentores ideológicos: a privatização.

 

E porquê? Porque são "formados", desde cedo, na "escola" do chico-espertismo e da trafulhice.

ainda os 600

21.12.12

 

 

 

 

 

Quando em Setembro de 2012 a contestação do professores estava acesa por causa do que originou os horários zero e o despedimento colectivo de cerca de 10000 professores, o MEC e a FNE chegaram a um acordo para a vinculação de milhares de professores contratados.

 

Logo se percebeu que existia uma manobra de "arrefecimento" e que a exigência Europeia para o cumprimento dos mais elementares direitos laborais seria palavra vã. Dá ideia que estas 600 vinculações são apenas para não se dizer que nada se fez.