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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

uma espécie de apagão

04.12.12

 

 

 

 

Passei pelos sites dos principais órgãos de comunicação social que têm imprensa escrita.

 

Nas últimas semanas, a agenda mediática foi preenchida por achamentos sem fim sobre as virtudes divinas da privatização do sistema escolar.

 

Desde a manipulação das conclusões de estudos e relatórios até ao reforço desesperado da agenda que desacredita há muito as escolas do Estado, nem as primeiras páginas escaparam à voracidade. É de salientar que apenas o Público fugiu a esse destino fatal.

 

Hoje, imagina-se o motivo, deu-se um apagão.

 

A propósito dos financiamentos do MEC, o Paulo Guinote fez umas contas a não perder.

as ONG e os novos midas

04.12.12

 

 

Intituições como a ONU, as ONG e até as Charter Scholl´s (cooperativas de ensino na versão portuguesa) foram criadas para possiblitarem o altruísmo e a generosidade.

 

Mas os humanos não escapam à sua condição. Aparecem sempre uns novos Midas que transformam em lama tudo em que tocam.

 

 

Passos: "Criação de ONG não tem nada que me embarace"

sempre o ânimo, apesar de tudo

04.12.12

 

 

Post publicado em

19 de Julho de 2012.


2ª edição.

 

 

 

 

 

"Ainda não aprendemos a lidar com a crise. Naturalmente que é assim.

 

Apesar de tudo, acredito que os professores podem derrubar a nova estrutura curricular, o aumento do número de alunos por turma e uma série de variáveis relativas à organização do ano lectivo e à gestão escolar. Há um argumento fortíssimo: estamos também a defender a escola pública e os alunos. É evidente que nos preocupa o justo emprego dos professores e a qualidade da sua acção profissional.

 

Em 2008 as condições eram mais adversas para a eliminação do concurso de titulares e do monstro da avaliação e foi o que se sabe. Os professores estavam isolados (para ser brando com alguns arrependidos) e agora estão-no menos. Foi isso que senti nos últimos dias e que se concretizou na reunião de ontem nas Caldas da Rainha."


 

Adenda: quase três meses depois de ter escrito este post, e pensando nas acções que tiveram ontem um ponto alto, é fundamental que se diga o seguinte: nem no início da indignação contra as políticas de Sócrates e Rodrigues a disputa foi tão desigual. A luta em defesa da escola publica é, e há muito, difícil numa sociedade civil fraca como a nossa. E o que mais custa é ver professores e outros agentes que se afirmam democratas a defenderem de forma fanática ou não, de forma consciente ou não (beneficiando directamente ou indirectamente) interesses apontados há muito por casos de corrupção.