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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dinheiros públicos, vícios privados (2)

01.12.12

 

 

 

 

 

 

 

Depois de ter visto o anúncio, encontrei no site da TVI a seguinte sinopse:.

 

 

"PRÓXIMO PROGRAMA: "Dinheiros Públicos, Vícios Privados - 3 de dezembro de 2012

 

"São colégios privados, totalmente financiados pelo estado, ou seja, pagos por todos nós. Só este ano receberam de financiamento, qualquer coisa como 25 milhões de euros.

Foram construídos de Norte a Sul do país, onde supostamente, as escolas públicas já não podiam receber mais alunos. Mas, na realidade o que uma equipa da TVI encontrou no terreno é completamente diferente.

Fomos encontrar escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados. O «Repórter TVI» mostra-lhe também um retrato do que se passa nesses colégios, com professores a serem ameaçados de despedimento, denúncias de manipulação de notas, professores que se sujeitam a humilhações. Ao todo são 26 colégios, todos do Grupo GPS, que tem como consultores, deputados e Ex-Secretários de Estado que depois de deixarem o cargo, passaram a trabalhar para o grupo.

«Dinheiros Públicos, Vícios Privados» é uma reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas."

haja quem

01.12.12

 

 

 

António Guterres reconhece "responsabilidade" na situação actual do país

 

 

Quando o discurso político remete para "a nuvem" a responsabilidade pelo estado em que estamos, ao menos que apareça alguém com coragem para não fugir às responsabilidades. Se compararmos com o recente discurso do populista e anti-político Cavaco Silva que apontou o dedo aos que estigmatizaram as pescas, a agricultura e a indústria, António Guterres deu um mote que espera-se que faça escola e que impeça erros futuros. 

 

Era bom que Guterres detalhasse o "pântano" e que explicasse porque é que Sousa Franco e João Cravinho não quiseram fazer parte de um segundo Governo. E já agora, também seria interessante que dissesse se deu conta dos devaneios eduqueses da sua equipa no MEC que aumentou desmesuradamente o número de professores, e os apetites dos interesses cooperativos, com os resultados que se conhecem.