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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

tem sido assim

26.11.12

 

 

 

 

Sempre que há uma catástrofe natural, mesmo que não seja de interesse mediático planetário, há dois argumentos muito usuais e que se contradizem: é a maior desde que há registos (e parece que cada vez é mais assim) e à escala do planeta são abalos insignificantes.

 

A escalada produtiva que temos vivido tem contradições insanáveis e basta pensarmos na industria de armamento. O seu desmantelamento criaria desemprego em massa e a sua manutenção provoca o flagelo que se conhece.

 

Quando lemos periodicamente notícias do tipo, "Clima: "O tempo está a esgotar-se", alerta responsável das Nações Unidas", concluimos que esta instituição está com o poder muito reduzido e que as "bolhas" vieram para ficar.

 

 

 

 

 

 

 

Steiner, G. e Spire, A. (2000:100).

Barbárie da Ignorância.

Lisboa.

Fim de Século.

é a política, estúpidos! (2)

26.11.12

 

 

 

Compreendo a perplexidade dos reformados portugueses e o ciúme social que devem sentir.

 

Os alemães andam a exigir o que se sabe aos pensionistas portugueses e decidiram aumentar até 11% os seus reformados. Espero pela argumentação dos defensores da germanofilia compulsiva de Passos e Gaspar. É que se os alemães podem decidir sobre o que se passa em Portugal, o contrário também tem de ser aceitável.

 

A sério que gostava de saber como é que explicam, com base nos modelos que defendem, estas decisões que parecem mais de campanha eleitoral do que de outra coisa qualquer.

 

Querem ver que os aumentos eleitoralistas que Sócrates fez aos funcionários públicos, em 2009, foram acordados com os alemães.

sei pouco sobre o assunto, mas

26.11.12

 

 

 

 

A notícia diz que "(...)as transportadoras públicas já gastaram 17,5 milhões de euros com despedimentos este ano(...)o que levou à saída de mais de 2000 trabalhadores desde meados de 2011(...)". Não sei detalhes sobre este processo, mas imagino que se dirá que se está a racionalizar, a ajustar, a eliminar ou a suprimir.


Exactamente como no sistema escolar. Os verbos são os mesmos.


Desde meados de 2011, já saíram cerca de 10000 professores contratados e alguns com perto de uma dezena de anos de serviço consecutivo. Estavam numa situação ilegal de precariedade contratual, que foi denunciada até pela Comissão Europeia e que obrigou à promessa de uma vinculação extraordinária.


O Governo, acompanhado pela tradicional FNE, prometeu, em plena crise dos horários zero, o que neste momento já está de novo engavetado. Esperam-se as indemnizações, para que Passos e Gaspar não andem pelo mundo financeiro a exibir modelos à custa do não cumprimento do direito mais elementar.