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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

delírios

11.11.12

 

 

 

Estamos num período de vale tudo. Discutir o investimento médio por aluno com argumentos tão esfarrapados só está ao alcance de pessoas delirantes. Francamente: incluir a "festa" da parque-escolar-sa nos débitos das escolas do Estado é tão válido como contabilizar o edificado e o espaço correspondente (a fórmula até pode ser a mesma do IMI) das milhares de escolas encerradas.

 

Por outro lado, incluir os investimentos em infra-estruturas pelas escolas não administradas pelo Estado para reduzir o seu investimento médio por aluno exige que se contabilizem da mesma forma as infra-estruturas de todas as escolas do Estado.

das quedas

11.11.12

 

 

 

 

Parece uma inevitabilidade: as sociedades avançam e provocam a destruição para que algum equilíbrio se estabeleça e para que o regresso ao zero renove a esperança.

 

O grau de corrupção é um sinal fundamental.

 

Se já sabemos que nos EUA e na Europa essa prática tem deitado tudo a perder e com a conivência de boa parte dos povos (é sempre assim nas tragédias), começamos a intuir que a China andou demasiado depressa como se evidencia na edição impressa do Público de hoje.

 

 

 

 

 

 

mas afinal não era uma mania de agitadores?

11.11.12

 

 

 

 

 

 

O século passado foi o que foi, "(...)Foi assim em 1914-18 e repetiu-se de um algum modo em 1939-1945. A Europa central tem na região que inclui a Alemanha um pólo devastador, mesmo que não possamos incluir nesse fatalismo a totalidade das pessoas; e escrevi esta verdade tão óbvia para não ferir susceptibilidades.(...)", e o presente apenas indica que devemos ter todo o cuidado.

 

Não é por acaso que são cada vez mais os que recusam a veneração à Alemanha e vão aumentando os que precebem a fragilidade da sua economia, o seu contributo para a corrupção (os submarinos foram comprados porque alguém os vendeu) e para a derrapagem das contas e as naturais insuficiências do seu sistema escolar (a crise da escola é um clássico).

 

É certo que os neogermanófilos mais acérrimos são os fanáticos do costume. Têm agora essas palas do mesmo modo que têm tido outras tantas.

 

É interessante pensar sobre a notícia seguinte e analisar os detalhes. Estamos mesmo a bater no fundo.

 

 

Alemanha recusa exibir filme sobre Portugal proposto por Marcelo

 

"Autoridades alemãs recusam exibir publicamente filme sobre Portugal idealizado por Marcelo Rebelo de Sousa. (...)Segundo revelou a TVI, o filme, chamado “Eu sou um berlinense”, foi proposto às autoridades alemãs para que fosse exibido em locais públicos este fim-de-semana, antes da visita de Angela Merkel a Portugal. A resposta foi clara. “Não”, disserem as autoridades alemãs, alegando razões políticas.


(...)“Choca-nos profundamente esta recusa em transmitir o filme que é indigna dos valores e princípios que estão na base da União Europeia”, escreveu(....)na sua carta ao embaixador alemão. Na nota enviada para a embaixada Rodrigo Moita de Deus diz ainda que o filme revela “que o povo português trabalha mais horas que o povo alemão. Que paga mais impostos. Que tem menos dias de férias e feriados.”(...)"